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pesquisa

Eduardo Campos empata com Dilma na preferência dos empresários

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 21:18 EM 18 DE Maio DE 2013

Troca geracional na oposição

Por Fernando Rodrigues

Aécio Neves tem 53 anos e será eleito hoje presidente nacional do PSDB. Deve ser candidato ao Planalto no ano que vem. Os outros dois postulantes de oposição mais competitivos são Marina Silva, 55, e Eduardo Campos, 47. Disputarão contra Dilma Rousseff, 65.

Pela primeira vez desde a volta do país à democracia o campo da oposição será preenchido, em grande parte, por pessoas de uma geração pós-ditadura militar.

Idade não é determinante para ganhar ou perder uma eleição. Apenas ajuda a compor o quadro geral. Em 1989, na primeira disputa direta pelo Planalto na atual fase democrática do país, havia um desejo de renovação no eleitorado. Não por acaso, os dois primeiros colocados foram Fernando Collor, então com 40 anos, e Luiz Inácio Lula da Silva, de 44 anos. Ulysses Guimarães era um candidato experiente, mas aos 73 anos amargou um modesto sétimo lugar.

No ano que vem, caberá aos candidatos de oposição usar o discurso da renovação. É uma estratégia arriscada. Só pode ser usada com moderação e equilíbrio. Uma enquete publicada ontem pelo jornal "Valor Econômico" mostra que há algum espaço a ser explorado.

O levantamento foi realizado com 97 presidentes das 200 maiores empresas brasileiras. Apesar de 68% deles acharem que Dilma Rousseff será a reeleita, só 12% a apontam como a candidata predileta. O preferido dos empresários é Aécio Neves (66%). Eduardo Campos (11%) quase empata com Dilma.

O sentimento geral talvez pudesse ser traduzido assim: "Seria bom mudar. Só que Dilma Rousseff vai mesmo ganhar. Paciência". As pesquisas de opinião hoje dão a petista como vencedora no primeiro turno em qualquer cenário.

Com o país estável e Dilma popular, resta à oposição convencer o eleitorado da necessidade de renovação. É difícil, quase impossível. Mas é um dos únicos discursos disponíveis.
 

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opinião

Ideólogo do PT prevê quebra dos portos públicos

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 21:16 EM 18 DE Maio DE 2013

Estranho nacionalismo

André Singer

A MP dos Portos, aprovada depois de impressionante guerra político-empresarial no Congresso, deverá marcar o governo Dilma, talvez comprometendo de maneira indelével o caráter nacional-desenvolvimentista que a presidente procurou imprimir aos anos iniciais de seu mandato.

Em primeiro lugar, porque a orientação do projeto é privatista, embora o Executivo não goste que se fale em privatização. É verdade que os portos já estavam parcialmente em mãos privadas desde a reforma de 1993. No entanto, em lugar de restabelecer o primado do Estado numa área vital, a 595 abriu o espaço dos negócios portuários para outras empresas (as quais também já operavam no setor, porém em caráter, digamos, provisório).

Daí a disputa que se estabeleceu na Câmara dos Deputados nesta semana. Os que já estavam não queriam sair. Os "de fora" queriam substituir os antigos donos do pedaço.

Como se trata de interesses que envolvem bilhões de reais, vastos recursos foram usados para mobilizar parlamentares de um lado e de outro. Empresários como Daniel Dantas e Eike Batista e conglomerados como Odebrecht e Oetker (que detém a companhia de navegação Hamburg Süd) foram alguns dos nomes famosos que circularam nas notícias da semana. Ou seja, além de aumentar a privatização dos portos, a MP acelerou a galopante privatização do Legislativo brasileiro.

Em segundo lugar, a pretexto de aumentar a concorrência, o novo marco regulatório parece ter dado a alguns gigantes econômicos benefícios de tal ordem que, no médio prazo, os portos estatais irão quebrar. É o que afirmaram o senador Roberto Requião (PMDB-PR) e, por incrível que pareça, a nota técnica da liderança do PT. Isso explica por que o partido votou em bloco a favor da medida, mas com defesas tímidas do conteúdo, apelando para uma vaga ideia de modernização, tão a gosto dos liberais.

Ao aceitar o argumento neoliberal de que só o mercado é capaz de controlar o mercado, deixou-se de lado a alternativa de reconstruir a capacidade pública para ordenar um setor-chave da economia brasileira. Em outras palavras, aprofundando o viés liberalizante da política iniciada na década de 1990, Dilma pode ter enterrado o sonho de recuperar a soberania nacional em terreno estratégico.

Ainda que possa estar satisfeita com a vitória de última hora, não creio que o instinto desenvolvimentista da presidente a deixe dormir em paz com a perspectiva acima, que o grande capital evidentemente comemora. Resta ver se, pelo menos, tantas concessões irão trazer os frutos esperados em matéria de crescimento do PIB. A conferir.

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chuvas

Renildo Calheiros também visitou pontos críticos de Olinda

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 20:26 EM 18 DE Maio DE 2013

Após o plantão de ontem por conta das chuvas, o prefeito Renildo reuniu toda a equipe em seu gabinete para discutir os pontos críticos da cidade.

"Mapeamos alguns pontos críticos para atacar, e nossa defesa civil vem prestando todo o atendimento necessário junto às demais secretarias do município", disse o prefeito no início da tarde deste sábado, durante visita ao canal do Fragoso.

Antes de visitar o canal, Renildo conferiu as instalações do Centro Social Urbano de Ouro Preto, local que recebe os desabrigados  pelas chuvas. De acordo com o prefeito, nove pessoas ficaram desabrigadas, sendo cinco adultos e quatro crianças, todas da comunidade de Cabo Gato, em Peixinhos. A Secretaria de Desenvolvimento Social de Olinda abrigou-os no CSU, organizado com colchões, roupas, lençóis e alimentação.
 

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eleições 2014

O primeiro pronunciamento de Aécio Neves como presidente do PSDB

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 20:20 EM 18 DE Maio DE 2013



Pronunciamento de encerramento da convenção nacional do partido que elegeu o senador Aécio Neves presidente do PSDB

Companheiros e companheiras, tucanos de todas as partes desse maravilhoso Brasil.

Hoje, e vocês pode imaginar, é um dia diferente. Talvez para muitos que estão aqui, mas principalmente para mim.

Hoje, presidente Fernando Henrique, não realizamos apenas mais uma convenção do PSDB.

Hoje, nos reencontramos com nossa própria história. Com nossos valores e princípios, mas, sobretudo, com a nossa responsabilidade de mudar o Brasil.

Ao olhar, e olhava atentamente o semblante, nos olhos de cada companheiro que aqui estava, e percebi que é realmente um reencontro.

É muito significativo para mim, em especial, companheiro Roberto freire, a sua presença. Companheiro de todas as trincheiras e de todas as horas, e não tenho dúvida que mais uma vez estaremos juntos.

Companheiro José Agripino, o grande amigo, o grande senador, traz aqui com a clareza com que se expressa, com os compromissos claros que tem em relação ao Brasil mais uma vez a palavra vigorosa dos irmãos Democratas. Retribua ao meu irmão e companheiro ACM Neto a gentileza da sua mensagem e, através dele, a todos os Democratas do Brasil, diga apenas que nossa história irá recomeçar. E ela só terá êxito se for uma história construída a várias mãos, e as suas mãos, limpas e honradas, serão fundamentais para que possamos um dia devolver ao Brasil um governo sério, honrado e eficiente.

São muitos os companheiros que estão aqui. Não vou citá-los a todos. Muitos mais estão em outras dependências desse prédio, e digo de antemão que irei no encerramento dessa convenção abraçá-los pessoalmente.

Mas, hoje, o que quero dizer a vocês, com a responsabilidade de presidente, a partir desse instante, do maior partido de oposição do Brasil. é uma palavra de honra e de orgulho.

Orgulho da nossa trajetória, dos nossos companheiros, mas em especial orgulho da nossa história.

Somos, presidente José Serra, o partido da estabilidade econômica. O partido dos programas de transferência de renda. O partido as privatizações que tão bem fizeram ao Brasil. somos o partido da Lei de Responsabilidade Fiscal. Somos o partido que permitiu que milhões de brasileiros voltassem a consumir. Mas somos, sobretudo, o partido da ética. O partido que compreende que política e ética podem sim, e devem, permanentemente caminhar juntas.

Não é uma missão formal que assumo. Tampouco a recebo como uma homenagem, mas sim como uma tarefa.

Tarefa que desempenharei ao lado de companheiros e companheiras comprometidos com o mesmo ideal. Arthur, o bravo Arthur que tanta falta faz ao Senado da República, falava e o presidente Fernando Henrique repetiu, de utopias.

É claro que para fazer política com seriedade na dimensão exata do que isso representa, é preciso sim ter utopias e nós temos. Queremos tirar o país das garras de um partido político que se esqueceu de suas origens e da sua história.

Que abdicou de ter um projeto de país para se contentar com uma palavra única e exclusivamente com um projeto de poder.

E que bom poder saber que ao caminhar por esse país, e é isso que o PSDB deverá fazer a partir de agora, encontrarei em cada um de vocês a responsabilidade e a dimensão política de cada um de vocês.

Dos jovens do PSDB, os mais aguerridos de todo o país!

Nas vibrantes e mulheres do PSDB, que aqui comparecem em enorme número!

Em nosso já forte morte movimento sindical!

No Tucanafro!

De segmentos que vão permitir que a nossa voz, nossas propostas possam ecoar  por todo o país.

Não será fácil a nossa trajetória. Não me iludo. Mas estar longe de ser impossível.

Os obstáculos conhecemos. Não vamos enfrentar apenas um partido político. Vamos enfrentar um partido que se encastelou no Estado, se ocupou do Estado e inverteu uma lógica básica e primária de democracia: os partidos são feitos para servir ao Estado. O PT inverteu a lógica e colocOu o Estado a serviço de um partido e do seu projeto de poder.

Vamos sim, com a generosidade que temos e demonstramos em todas as etapas da nossa trajetória, andar com cabeça erguida pelo país para dizer que em todos os momentos da história em que fomos chamados a participar, o PSDB esteve do lado certo.

O PSDB sempre esteve do lado da democracia. Os companheiros que aqui estão não negaram a Tancredo o voto no Colégio Eleitoral no momento em que o grande objetivo do país era virar a página do regime autoritário.

Os companheiros que estão aqui, ao contrário dos nossos adversários, votaram e trabalharam pela consolidação do Plano Real. Esse sim, o maior programa de transferência de renda da história brasileira.

Os companheiros que estão aqui, ao contrário dos nossos adversários, lutaram, defenderam e aprovaram a Lei de Responsabilidade Fiscal, o marco definitivo na gestão pública desse país.

Sim, nosso DNA está lá, em todos os programas de transferência de renda, que hoje se juntaram no Bolsa-Família. Mas no nosso tempo, e reafirmo que o Bolsa-Família é hoje um projeto incorporado, enraizado, na paisagem econômica e social e será mantido.

Mas quando foi elaborado, com a presença de José Serra, no Ministério da Saúde, o Bolsa-Escola e o Bolsa Alimentação eram um passaporte para o futuro, e não um documento estagnado e aprisionado no presente.

Queremos, diferente dos nossos adversários que se contentam com a administração diária da pobreza, queremos a sua superação, que cada brasileira, não importa onde viva, possa escolher o seu caminho, conseguir a sua independência e buscar o seu sucesso e o seu progresso.

Por isso, o PSDB tem a responsabilidade. Não é questão de opção.

O PSDB se apresentará no momento certo, e ainda não é hora de tratarmos disso, porque isso deve acontecer em 2014, com um projeto alternativo a esse que está aí.

Pois onde estiver o PSDB, meus amigos e minhas amigas, estejam absolutamente seguros, estará a defesa intransigente da ética, da liberdade e da democracia.

Os nossos adversários, e aqui isso já foi dito, vêm atentando contra a democracia, querendo colocar um garrote no Supremo Tribunal Federal, inibir as ações do Ministério Público, cercear a imprensa, inibir a livre movimentação das forças partidárias.

Mas sabem por que fazem isso? Porque temem, porque nos temem, porque sabem que no confronto, no olho no olho, nós poderemos dizer que temos coerência. O que defendíamos no governo, defendemos e temos a responsabilidade de bancar na oposição.

E aqui uma palavra de reconhecimento e de agradecimento. Não assumo um partido esfacelado. Ao contrário, assumo um partido unido como nunca. E essa unidade, para mim, tem nome e sobrenome, a construção dos pilares do PSDB, sólido hoje, governando oito estados e mais de 700 municípios, responde pelo nome do presidente Sérgio Guerra, companheiro leal, amigo e dedicado às causas da social democracia.  O PSDB lhe é devedor Sérgio, e tenho certeza que seu vigor continuará sempre presente nas etapas que ainda temos que viver.

Hoje basta apenas um passeio rápido pela paisagem brasileira para vermos o mal que o PT vem fazendo ao Brasil. Escolham a área.

Vamos falar de educação. É vergonhosa a nossa posição. No governo Fernando Henrique, fizemos a universalização do acesso ao ensino fundamental e a qualidade, que deveria ser a etapa seguinte, jamais chegou. O tempo médio de escolaridade, hoje, de um aluno brasileiro, apenas na América do Sul para não nos humilharmos muito e não precisarmos ir a outras partes do mundo, nós encontramos paralelo apenas no Suriname, estamos atrás de todos os nossos vizinhos.

Hoje no Brasil, de cada quatro alunos que entram no ensino fundamental, um não conclui. E de cada dois alunos que entram no ensino médio, apenas um conclui.

Essa é a verdadeira fronteira que o PSDB deve obstinadamente buscar.  Ao contrário, meu amigos e minhas amigas, governador Geraldo Alckmin, desse surrado slogan do governo federal de que país rico é país sem miséria, quero dizer que o slogan correto é país rico é país com educação.  Esse sim é um país que transforma definitivamente a vida das pessoas. E é possível sim fazer.

Em Minas nós fizemos.  Outros estados têm feito. E quanto me orgulho quando nós, em Minas Gerais, apostamos que, através da avaliação de desempenho, estabelecimento de metas, podíamos avançar na educação. E hoje, de todas as conquistas que tivemos em Minas nos últimos anos, essa é a da qual mais me orgulho. Temos hoje, segundo o Ministério da Educação, o IDEB, a melhor educação fundamental do Brasil.

E nesse instante, peço licença para mais um agradecimento, a um dos mais extraordinários homens públicos e seres humanos que conheci em toda minha trajetória. E até me emociono com sua lealdade, com seu compromisso com a democracia e com os valores que me ensina a cada dia. Obrigado governador Antonio Anastasia pela sua solidariedade, pelo seu talento e por estar levando a minha querida Minas Gerais a um novo futuro.

Mostramos que é possível fazer.

Querem passear um pouco sobre a tragédia da saúde pública brasileira? Vamos lá.

Quando José Serra era ainda ministro da Saúde, o governo federal participava com 46% do total de investimentos em saúde em todo o Brasil. Dez anos se passaram e hoje o governo federal participa com apenas 35%.

Onde está a generosidade desse governo, que se diz governo dos pobres?

Não. É o governo dos amigos, para os amigos, pelos amigos, como assistimos a cada instante, a cada hora.

É preciso generosidade.

Fazer o que você fala a cada instante, presidente Fernando Henrique, cuidar das pessoas, cuidar sinceramente. Olhar s buscar caminhos evitando o populismo e medidas demagógicas.

É possível termos avanços na saúde e eles passam por aquilo que o PSDB defende. Vi aqui o companheiro Carlos Mosconi, que teve a responsabilidade, ao lado de José Serra, de consolidar e implementar o SUS no Brasil.

O PSDB defende aquilo que propunha a emenda 29, com 10% dos recursos orçamentários sendo gastos na saúde para que possamos efetivamente cuidar de quem precisa.

Poderia avançar em outras áreas, mas não vou cansá-los demais.

Fico na segurança pública. Hoje, 87% do total de recursos que se gasta em segurança no Brasil vêm dos cofres estaduais e municipais. Apenas 13% vêm da União. Mais uma omissão imperdoável.

E merece aqui o nosso aplauso e homenagem a coragem com que o governador Geraldo Alckmin vem enfrentando essa questão no maior estado brasileiro. As medidas do enfrentamento da epidemia do crack são exemplo e referência para todo o Brasil.

Pois bem, hoje se olharmos o que acontece com o Brasil, vamos perceber com clareza, porque foi que o governo do PT, em marketing eles são bons, optou em comemorar em todo o Brasil os dez anos de poder. Fizeram isso e, para mim é absolutamente claro, porque queriam esconder os últimos dois anos de fracassos do governo da atual presidente. Porque nos anos do presidente Lula eles ainda foram beneficiados pela herança do presidente Fernando Henrique Cardoso.

E por um ambiente econômico externo extremamente favorável.

Eles comemoram dez e não dois anos, por que se tivessem que comemorar dois anos seriam apenas três as marcas, o pibinho ridículo, irrisório e vexatório. A inflação saindo de controle e as obras de infraestrutura estagnada.

Essa é a marca do descompromisso do PT com as futuras gerações.

Aliás, companheiro Aloysio Nunes,  estive na tribuna do Senado dizendo que, infelizmente quem governa o Brasil hoje não é a presidente, mas a lógica da reeleição. Pois bem, o governo do PT só nos dá motivo para cada vez mais acreditarmos nisso.

O que é isso companheiros e companheiras, 39 ministérios para atender a quê? Alguns segundos a mais na televisão.

Disse outro dia que estávamos agora na companhia do Gabão. O embaixador do Gabão não gostou e disse que lá não, que lá são só 29. Portanto, lamentavelmente, peço desculpas a ele, voltamos ao primeiro lugar.

Aliás, achava eu, porque hoje cedo recebi um email de um amigo meu que acompanha uma pesquisa feita pela universidade de Cornell, nos Estados Unidos, que disse: Infelizmente, o governo da presidente Dilma não vai ter esta medalha de ouro porque o Sri Lanka tem 53 ministérios.

E eu disse a ele: que se cuide o Sri Lanka porque do jeito que as coisas estão indo, se tiver mais um partidinho, se tiver mais tempinho de televisão para buscar, o Sri Lanka daqui a pouco vai ser vice-campeão.

Falo isso porque não é compreensível gente, não é razoável, não é adequado, não é respeitoso para com a população brasileira a forma como o PT vem  utilizando o Estado em busca da continuidade de um projeto de poder ou do alargamento da sua base de apoio.

Buscar base de apoio é lícito, legítimo, necessário, e o presidente Fernando Henrique fez isso muito bem para nos trazer as transformações que aí estão.

Mas para uma base paquidérmica, companheiro Carlos Sampaio, como esta, senador Mario Couto, para não fazer absolutamente nada, para colocar a Câmara e o Senado de cócoras, de joelhos, envergonhados? E é isso que tem acontecido.

Não satisfeitos com o aparelhamento do Poder Executivo, eles colocam a sua força para submeter o Poder Legislativo à sua agenda e, agora, buscam de forma indireta, estabelecer garrotes e limites para o funcionamento do Supremo Tribunal Federal. Talvez em outro país tivessem sucesso.

Aqui não terão. Não terão porque nós do PSDB, do Democratas, do PPS, não permitiremos que a maior das conquistas do nosso tempo, as liberdades democráticas sejam colocadas em risco por aqueles que não tem a dimensão do que é servir ao país.

Falta a este governo generosidade. Falta a compreensão de que somos um país continental e esse centralismo, a forma como o governo trata hoje os municípios e os estados, vem fazendo mal a toda a federação.

Aliás, Federação é hoje uma palavra solta numa folha de papel. Cada dia mais o governo faz as suas bondades com recursos dos estados e dos municípios sim. E é preciso sim que a agenda da federação seja efetivamente discutida no Brasil e, para o PSDB ela é absolutamente prioritária.

Faço, portanto, aqui, apenas algumas sinalizações porque o que teremos pela frente é o desafio de olhar para cada brasileiro, para cada brasileira, onde quer que ele esteja, qualquer que seja a sua crença, qualquer que seja a sua classe social, a sua atividade econômica, qual seja a sua região, dizendo para eles que não queremos a hegemonia de qualquer que seja.

Nós do PSDB queremos um Brasil onde todos sejamos nós e não existam eles de dedo em riste apontado para aqueles que discordam das suas posições, que condenam a corrupção e que têm a coragem de dizer que o Brasil está cansado.

Este é o nosso papel. Esta é a nossa responsabilidade. Mas que bom poder saber que não estarei sozinho, ou não estaremos nós companheiros da nova direção do partido sozinhos nesta caminhada. Ela só tem sentido e ela só será exitosa se for uma caminhada realmente e efetivamente solidária, onde cada um de nós compreenda que têm um papel, mas que estaremos todos irmanados na determinação de devolver ao país um governo que pense nas futuras gerações, que tenha coragem para fazer as reformas que este governo não fez até aqui. E é por isso que o PSDB apresentará, dentro de pouco tempo ao país, área por área, seu plano, suas propostas.

Assisti, presidente Fernando Henrique, recentemente, a propaganda eleitoral do PT. Eles diziam, primeiro de forma leviana, que deram os primeiros passos para esse Brasil de hoje. Quanta inverdade, quanta usurpação daquilo que não lhe é de direito. Os primeiros passos foram dados ainda antes de muitos nós, e desses jovens que estão aqui, com a reconquista da democracia. O segundo grande passo foi a retomada da estabilidade econômica. E o terceiro o início dos programas de transferência de renda. Todos eles com a participação efetiva do PSDB. Esta é a grande verdade.

E é  por isso que estamos aqui hoje, altivos, de cabeça erguida, compreendendo o nosso papel e sabendo claramente o que fazer. Hoje, portanto, no momento em que encerro essas minhas palavras.

Um outro reconhecimento. Ao papel extremamente corajoso, sério, competente e de resistência que vem sendo exercido pela nossa bancada de deputados federais, numericamente inferiorizados, mas que supera essa inferioridade, assim como nosso bancada no Senado, com garra, vigor e compromisso com o país.

Companheiros e companheiras,

somos todos, governador José Serra, partes de um mesmo corpo. Somos todos, governador Geral Alckmin, compromissos com a mesma causa. Somos todos, governador Tasso Jereissati, corresponsáveis por aquilo que pode acontecer ou deixar de acontecer nesse país.

Meu velho avô Tancredo, lembrado aqui pelo extraordinário companheiro Marconi Perillo, dizia sempre. Quando você estiver olhando um orador na tribuna, alguém com microfone na mão, desvie seu olhar por alguns momentos e comece a ver quem são aqueles que estão ao seu lado, aqueles que emprestam seu prestígio, a sua história, a sua credibilidade a quem está falando.

Ninguém tem o orgulho que eu tenho porque ninguém tem o time que o PSDB tem, a começar por Fernando Henrique Cardoso, passando por cada um dos companheiros que aqui estão e por cada um daqueles que estão aqui na minha frente.

Não temos o que temer. Estamos do lado certo. Queremos o bem do Brasil. Não queremos tomar conta ou ocupar o Brasil.

Por isso, meus amigos e minhas amigas, agora é hora da convocação. Convocação para que possamos percorrer juntos essa estrada.

Com olhos na nossa história. Nos exemplos de homens como Mário Covas. De mulheres como Ruth Cardoso, que tanto nos orgulham e que tanto nos honraram.

Se cada um de nós compreender o sacrifício dos homens e mulheres que já não mais estão aqui, saberão que a nossa luta será exitosa.

Ao final, no momento em que agradeço do fundo do coração a homenagem e o apoio que recebi, quero dizer que, como filho das Minas Gerais, amante – por que não?  – do Rio de Janeiro, mas, mais do que nunca, de São Paulo, do Ceará, de Pernambuco, do Rio Grande do Sul, de todas as partes do Brasil, quero dizer uma palavra de agradecimento.

Ao meu pai, Aécio Cunha, que aqui não está, mas que me ensinou desde muito cedo aquilo que disse inicialmente. Ética e política devem ser como irmãs siamesas e jamais se separarem.

Sinto nos meus ombros a mão carinhosa e o conselho sempre sábio do meu avô Tancredo, que dizia que no serviço da pátria haverá sempre espaço para todos.

Por isso estamos aqui. Para construir um tempo novo no Brasil. E a nossa unidade, aqui hoje sacramentada, é a amálgama, o instrumento, o combustível mais eficaz que temos para mostrar ao Brasil que nem tudo está perdido.

Nos aguardem e nos esperem, porque vamos de novo escrever no Brasil uma página de dignidade, de competência e de utopia.

Por um Brasil mais justo e mais solidário.

Viva o PSDB. Contem comigo!

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engorda da praia

Fernando Bezerra Coelho irá ver obras de contenção de encostas e de contenção da erosão marinha

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 19:58 EM 18 DE Maio DE 2013

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, visita, na manhã deste domingo (dia 19), áreas onde foram feitas obras de contenção de encostas e outras localidades com o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes. Ministro e prefeito irão se encontrar na sede da antiga prefeitura, hoje Regional 1, em Jaboatão Centro, às 10h.

O ministro Fernando Bezerra Coelho também visitará as obras do canal do Rio das Velhas, em Prazeres.

No final da manhã, o ministro visitará o sistema de contenção da erosão marinha, em Candeias. A intervenção é pioneira no estado de Pernambuco e prevê a destinação de areia do fundo mar para um trecho com 5,8 quilômetros de extensão nas praias de Barra de Jangada, Candeias e Piedade.

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opinião

Geraldo Júlio leva caldo na web na sua primeira crise de gestão

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 19:54 EM 18 DE Maio DE 2013

Por Fernando Castilho, do JC Negócios, especial para o Blog de Jamildo

Animal midiático na web aonde vinha surfando como maroleiro (aquele que gosta de ondas pequenas), Geraldo Júlio levou seu primeiro caldo esta semana quando avaliou equivocadamente o alerta de fortes chuvas da Agência Pernambucana de Águas e Clima.

 A Apac é aquela instituição que ajudou a estruturar, exatamente, para dar mais segurança ao governo na tomada de decisões sobre mudanças radicais do clima, a partir da atitude profissional da meteorologista Francis Lacerda, coordenadora do Laboratório de Meteorologia de Pernambuco em 2010 e que foi determinante para evitar a morte de centena de pessoas na Zona da Mata.

Importa pouco discutir aqui, a atitude catatônica de sua equipe quando iniciou as ações de ajuda às vítimas da enchente de 135 milímetros em cinco horas nas primeiras horas da manhã e quando soube que o “chefe” estava, naquele momento, voando para o Rio de Janeiro. O que chama atenção no episódio é como essa questão foi tratada nas redes sociais, sua repercussão e as consequências para a sua administração.

Como ensina o mestre Lulu Santos (na música), na internet, "a vida vem em ondas ... num indo e vindo infinito" e foi por não saber aproveitar isso que o prefeito revelou-se mais um sufrista (que sabe surfar, mas se acha o melhor na água, fica falando demais) do que um big rider, aquele que sabe, é bom e gosta de pegar ondas grandes.

Nos últimos meses, por força de uma razoável gestão dessa plataforma, esse merrequeiro (surfista que só pega ondas pequenas) vinha se dando bem e até fazendo, na internet, algumas manobras estilo front side, quando o surfista pega onda posicionando-se de frente para ela.

O caso das ciclo faixas é o seu melhor exemplo. O discurso midiático o fez virar uma espécie de tube rider político com posts bem colocados, fotos bem captadas no Instagram e uma linha de ação que o posicionou na classe média especialmente pela força da fanpage no Facebook, seu e da PCR.

Linguagem de brothers à parte, o que aconteceu na manhã de sexta-feira foi que Geraldo Júlio perdeu, com sua viagem ao Rio, a capacidade de controlar as ações nas mídias sociais e por isso foi tragado por enorme onde havaiana de críticas à sua gestão.

E pensando bem até sexta-feira, não tinha como dar errado. O cara anda de bicicleta com a família, prestigia o modal bike, gera um novo formato de lazer para uma cidade de era só praia e shopping center e até vai ao trabalho pedalando. No ponto de vista de mídias sociais ela estava quase na World Championship Tour, que é a 1ª divisão do Circuito Mundial de Surf. Ou pelo menos se achando que estava lá.

O que nem ele e sua equipe de mídias sociais sabiam era como lidar com a varrer, aquela onda grande, ou série de ondas grandes que pega todos desprevenidos, por isso tomou um caldo espetacular.

O que aconteceu foi que, sem o prefeito no comando, a Prefeitura ficou a reboque dos internautas que, primeiro cobraram informações que só vieram pelos posts de jornalistas dando fortíssima credibilidade à crise. Depois, pega na falha de não ter avisado à população sobre os possíveis riscos, a Prefeitura só começou a alimentar a população pelas mídias sociais, quando ela já estava informada dos problemas por outras pessoas.

Isso significa que Geraldo, ou sua equipe, perderam o controle. Os posts da Prefeitura estavam atrasados e não havia informes úteis novos. Os posts dos jornalistas que estavam na rede desde a manhã confirmavam à crise e a falta de ações da Prefeitura. O resto todo mundo sabe. Uma onda de críticas sobre a acefalia da gestão seguidas das montagens ridicularizando o prefeito. E o mais devastador: usando as imagens do momento bike da carreira do prefeito.

Dito de outra forma: o prefeito acabou pagando caro pela falta de comando de uma situação real, de uma paralisação da equipe de mídias sociais e de comunicação que, literalmente, não sabia e nem tinha o que dizer nas suas páginas de relacionamento e tudo isso virou trends top com as rastegues de humor.

Tudo isso leva a um debate interessante sobre as ferramentas que existem na plataforma de mídias sociais. Como não pôde gerenciar a crise porque estava dentro de um avião, todo o escore que Geraldo Julio gerou na internet nos últimos meses com o discurso da bicicleta acabou se voltando contra ele.

E o mais grave: a partir do público que alavancou sua audiência. Gente de classe média, que aposta muito na sua gestão, mas que tem voz nas mídias sociais e se sentiu desamparada. Não estamos falando de quem perdeu a casa ou viu o carro inundado. Estamos falando das redes que apoiam o prefeito nessa sua face bike.

Não foi a oposição, como ele tenta dizer, que o criticou por ter embarcado antes da chuva começar para o Rio de Janeiro. Foi o mesmo público que o apoia nas ações em favor das ciclo faixas. Se é verdade que ele atribui a crítica apenas à oposição erra duas vezes. Deve olhar para o que aconteceu na web e tirar lições dos posts nas redes sociais. Esse é o fato novo.

Isso não quer dizer que sua administração já era. Nada disso! Geraldo Júlio tem um escore muito bom nas ações de bike. Agora precisava estar atento que na questão chuva o histórico do Recife é de crise.

Todos os prefeitos, a partir de Roberto Magalhães, pagaram caro por isso. Ele deveria estar atento com o termo chuva. Ela é trends top nas mídias sociais toda vez que está relacionada ao Recife. Essa é uma advertência que deveria estar impressa sob o vidro de sua mesa de trabalho. E foi o desrespeito a esse tema que o derrubou.

De tudo o que passou, fica a lição para ele e toda sua equipe. O “chefe” tem que estar no comando e antes dele, tem que ter alguém “escalado” para levar a pancada da imprensa e da opinião pública. Isso é básico.

E para quem não lembra, basta ver como João Paulo e João da Costa administraram isso. Teve sempre um secretário para levar a pancada. O chefe entra para resolver. No caso de Geraldo Julio, como ninguém foi escalado, a “pancada” foi direto no prefeito, catapultada pelos posts nas mídias sociais.

Tem mais aos novatos: prestem atenção no que o “chefe” Eduardo Campos fez. Primeiro, ele organizou internamente a bobagem de Geraldo Julio em viajar num momento de cheia. Depois, organizou o discurso da Apac e da Prefeitura culpando a chuva de 135 milímetros. Finalmente, não deu nenhuma declaração, pois sabia que o que falasse carimbaria na testa do Geraldo Júlio a imagem de que a Prefeitura do Recife tinha virado uma super-secretaria de seu governo.

Mas, é preciso reconhecer: Eduardo Campo é do ramo. Com quem o prefeito, sua equipe e até a oposição vai ter que aprender muito, especialmente, sobre mídias sociais que sua equipe domina bem. Até porque, Eduardo é casca grossa, aquele cara que na gíria dos brothers é o surfista muito bom em determinadas características e que sabe sair de situação difícil e capaz de dar drop que aquela manobra radical de descer a onda da crista até a base.

Mas, isso já é outro papo.

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previsão do tempo

Em nota, comunicação da PCR diz que Geraldo Júlio não tinha o que alertar a população e questiona enquete do blog

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 19:50 EM 18 DE Maio DE 2013

Caro Jamildo,

Em relação à enquete lançada pelo seu blog questionando se o prefeito Geraldo Julio “errou ao não informar à população do Recife sobre tromba d’água” é importante esclarecermos, mais uma vez, que:
 
O prefeito não poderia informar a população sobre o temporal uma vez que nenhum instituto de meteorologia local ou nacional havia apontado a chegada de uma chuva tão intensa quanto a que caiu ontem em toda a Região Metropolitana.
 
A previsão repassada a todos os órgãos de Defesa Civil municipais, incluindo o do Recife, foi de precipitações que chegariam, no máximo, a moderadas. O que justifica o fato de nenhum dos 14 prefeitos da RMR terem conseguido alertar seus moradores e assim evitar os terríveis transtornos ocasionados pelas fortes chuvas. Repito, nenhum deles.
 
Para você ter uma ideia da diferença entre o previsto e o que aconteceu realmente, a estimativa era de chuvas de, no máximo, 30 mm, quando o índice medido no Recife foi de 142 mm ou seja, praticamente cinco vezes mais.
 
Por partir de uma insinuação que é notadamente falsa, a de que o prefeito sabia da “tromba d’água” e, mesmo assim, optou por não informar à população, acredito que a enquete deva ser desconsiderada.
 
Carlos Percol
Secretário de Imprensa do Recife

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eleições 2014

Daniel Coelho na direção nacional do PSDB

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 19:00 EM 18 DE Maio DE 2013

O PSDB realizou neste sábado sua convenção nacional, que conduziu o senador mineiro Aécio Neves à presidência nacional da legenda. No evento, além das esperadas confirmações dos deputados federais Sérgio Guerra como presidente do Instituto Teotônio Vilela e Bruno Araújo como um dos vice-presidentes da sigla, uma surpresa para Pernambuco: a escolha do deputado estadual Daniel Coelho como coordenador de Sustentabilidade e Meio Ambiente do partido.

A partir dessa convenção, o PSDB decidiu reestruturar a legenda, acabando com as secretarias e criando em seu lugar as coordenadorias de área.

Como coordenador de Sustentabilidade e Meio Ambiente do partido, Daniel ganha também uma cadeira na Executiva Nacional da legenda, restrito colegiado composto por apenas 25 membros do partido – Daniel é o único deputado estadual da sigla a integrar a Executiva.

“O desafio agora é construir as mais avançadas propostas na área ambiental que poderão fazer com que o Brasil aproveite todo o seu potencial, coisa que os governos do PT não conseguiram”, disse Daniel, lembrando que um de seus desafios à frente da coordenadoria será “unificar as políticas ambientais do partido nos Estados”, consolidando o que, futuramente, deve estar presente no programa de governo do PSDB.

O nome de Daniel para a Coordenadoria de Sustentabilidade e Meio Ambiente e, consequentemente, para a Executiva Nacional, foi uma escolha do próprio Aécio Neves. Desta forma, sem abrir mão das forças que o PSDB compõe enquanto legenda, como é o caso da ala paulista do partido, o novo presidente tucano mostra estar apostando fortemente na renovação de quadros no partido.
 

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pe em primeiro lugar

Um grande jornal, uma grande cobertura

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 13:59 EM 18 DE Maio DE 2013

Na minha época de repórter, que não vai tão longe assim, se dizia que um jornal se afirma nas grande coberturas. O dia de ontem impunha uma resposta à altura, do JC. Só no caderno de Cidades são 12 belas páginas, relatando o drama e cobrando soluções. Até o editorial, atualizado, deixou mais do que clara a indignação com os problemas crônicos da cidade. Tudo isto somado ao banho (mais água não!) no calor da hora pela rede eletrônica. Parabéns a todos colegas envolvidos na cobertura. Orgulho grande de pertencer ao sistema SJCC.

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Geraldo Júlio errou ao não alertar população do Recife sobre tromba dágua?

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 13:32 EM 18 DE Maio DE 2013


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Geraldo Júlio errou ao viajar ao Rio de Janeiro em meio às chuvas? Responda a enquete do blog

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 13:27 EM 18 DE Maio DE 2013


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demorou

Geraldo Júlio anuncia obras em quatro pontos de alagamentos

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 12:53 EM 18 DE Maio DE 2013

Além das ecoestações, o prefeito Geraldo Julio anunciou, entre as novas medidas para reduzir o impacto dos problemas provocados pelas chuvas, o lançamento, no próximo dia 24, do edital de licitação para execução de serviços em quatro pontos críticos de alagamento localizados nas avenidas Boa Viagem, Recife e Norte e na Rua Santos Araújo, em Afogados.

O projeto prevê a recuperação, implantação ou substituição de redes coletoras e tubulação, implantação de reservatórios destinados à contenção de águas e construção de caixas de passagem.

Após a licitação, as obras devem começar em um prazo de 90 dias.

Outros pontos situados na avenida Domingos Ferreira, ruas Genaro Guimarães e Baltazar Passos; BR 101; ruas Princesa Isabel e José Rufino; ruas 48 e do Espinheiro; e também em outro trecho da avenida Recife serão contemplados com obras, cujas licitações devem ocorrer em até 30 dias.
 

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fim do mundo

Geraldo Júlio diz que não podia provocar pânico na população com aviso de chuva

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 12:49 EM 18 DE Maio DE 2013

Para justificar a demora em dar o alerta sobre a forte chuva da sexta-feira, Geraldo insistiu em dizer que não era necessário colocar a população em pânico.

“A previsão meteorológica não é precisa. Se a cada momento a gente mandar que nós recebemos um alerta, nós mandarmos a população ficar em casa, o prejuízo será enorme, porque nem sempre acontece”, explicou.

Com informações do JC Online

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Cidade maravilhosa

Prefeito justifica viagem ao Rio de Janeiro mesmo com tromba dágua

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 12:32 EM 18 DE Maio DE 2013

Geraldo Julio encerrou a coletiva dizendo que a viagem feita ao Rio de Janeiro, pela qual ele foi criticado pela oposição, na sexta, era importante e que ele havia embarcado antes da chuva começar. “É um projeto de melhor ocupação do espaço público, onde o Rio de Janeiro apresentou um bom exemplo e, por isso, eu estava lá. Mas o tempo todo monitorando e quando cheguei, no final do noite, me atualizei com as equipes”, justificou.

Com informações do JC online

Ontem à noite, Geraldo Julio fez uma visita à Escola Municipal de Água Fria. No local, a Defesa Civil acomodou cerca de 15 pessoas, principalmente mulheres e crianças, moradoras da Campina do Barreto e que ficaram temporariamente desabrigadas. A maior parte dessas famílias já está cadastrada em projetos habitacionais da Prefeitura, cujas obras estão em fase de execução. Além da acomodação, as famílias abrigadas pela Defesa Civil recebem três refeições diárias e a apoio das assistentes sociais.
 

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reação ao dilúvio

PCR fará ecoestações para evitar que lixo obstrua galerias de águas de chuva

POSTADO POR Jamildo Melo ÀS 12:31 EM 18 DE Maio DE 2013

No JC Online

O prefeito Geraldo Julio anunciou, na manhã deste sábado (18), medidas para evitar os transtornos causados pelas chuvas, como a que atingiu o Grande Recife na última sexta-feira (17). A médio prazo, serão construídas sete ecoestações. São terrenos espalhados pelo Recife, que vão receber objetos descartados com até 1 m³, para evitar que eles sejam jogados em canais, rios e galerias. Não serão aceitos sacos de lixo, mas coisas como sofás, TVs, colchões e outros descartes.

Além disso, 12 projetos voltados para a recuperação de áreas que alagam em época de chuva serão licitados até o final de maio. Quatro deles, já na próxima sexta-feira, por serem localizados em corredores protocolares da Fifa para a Copa de 2014 (Avenida Boa Viagem, na frente do Parque Dona Lindu; Avenida Norte, na entrada do bairro de Nova Descoberta; Avenida Recife, na entrada de San Martin; e na Rua Santos Araújo, no bairro de Afogados).

As medidas foram anunciadas durante uma reunião que o prefeito realizou junto aos representantes das secretarias municipais de Saúde, Educação, Mobilidade e Infraestrutura, além da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), Emlurb e Defesa Civil. “Nós trabalhamos com medidas preventivas nos últimos quatro meses, com limpeza de galerias, podas de árvores e uma equipe continua trabalhando hoje (ontem) e pelo resto da semana”, informou o prefeito.

Para justificar a demora em dar o alerta sobre a forte chuva da sexta-feira, Geraldo insistiu em dizer que não era necessário colocar a população em pânico. “A previsão meteorológica não é precisa. Se a cada momento a gente mandar que nós recebemos um alerta, nós mandarmos a população ficar em casa, o prejuízo será enorme, porque nem sempre acontece”, explicou.

O gestor pediu que, a partir de segunda e durante a temporada de chuvas fortes, a população flexibilize a saída de casa. Além disso, alertou para a necessidade de adotar cuidados preventivos, principalmente, em relação ao lixo.

As sete ecoestações serão construídas até o começo de junho, nos bairros do Ibura e Boa Viagem, na Zona Sul do Recife; Torre, Arruda e Campo Grande, na Zona Norte; e Iputinga e Mangueira, na Zona Oeste.

Em relação ao canais, como o de Guarulhos, em Jardim São Paulo, que transbordou e invadiu casas na última sexta, cujos projetos executivos estão parados desde a gestão passada, a equipe de infraestrutura da prefeitura informou que o projeto PAC Drenagem passa por readequação e que as obras serão retomandas ainda este ano.
 

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