Pacto pela bola
Governador comemora redução da violência em Santo Amaro com partida de futebol
POSTADO ÀS 17:12 EM 06 DE Novembro DE 2009
Neste domingo, 8/11, a partir das 9 horas, o governador Eduardo Campos participa das comemorações do primeiro ano de atividades do Governo Presente no bairro de Santo Amaro.
O programa, que reúne ações de inclusão social e produtiva de nove secretarias de Estado, já vem apresentando resultados positivos, como a redução de 71% nos índices de violência no bairro nos últimos 12 meses.
Para comemorar, será lançado o “I Campeonato de Futebol Santo Amaro pela Paz”, e o governador dará o pontapé inicial no jogo entre os times Avaí Futebol Clube e Santa Cecília.
Também está prevista a entrega pelo governador Eduardo Campos dos certificados aos soldados Sandro Amorim de Souza e Marconi Edson Marques Pedrosa Júnior ambos do 16º BPM, que foram eleitos pelos moradores “policiais amigos da comunidade”, dentro do projeto Polícia Amiga.
De acordo com dados da Gerência de Análises Criminal e Estatística (GACE) da Secretaria de Defesa Social, a redução da violência atingida nos 12 meses do Governo Presente em Santo Amaro (71%) é o dobro da redução atingida nos mesmos períodos de um ano atrás (35%) e três vezes superior à redução registrada há dois anos (22%). A expressiva queda dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) é resultado direto do Pacto pela Vida onde a integração das ações policiais e sociais vem gerando impactos positivos.
Desde novembro do ano passado até o momento, as secretarias que integram o Governo Presente já atenderam em suas diversas ações mais de 11 mil moradores. Através dos projetos Regatando (Defesa Social) Cidadania e Balcão de Direitos (Desenvolvimento Social e Direitos Humanos) foram retirados mais de nove mil documentos entre certidões de nascimento, carteiras de identidade e carteiras de trabalho.
Para o secretário de Articulação Social, Waldemar Borges o balanço positivo alcançado no primeiro ano de atividades do Governo Presente deve ser compartilhado por todos. "Essa experiência tem sido um grande aprendizado para nós, gestores públicos. Ela prova que ao atuarmos articuladamente, estabelecendo sinergias e complementaridades, somos capazes de potencializar os resultados gerados pelos sempre limitados recursos públicos e assim, até os problemas mais graves e enraizados podem ser enfrentados e vencidos", destacou.
Por - Carta a um bandido | Novembro 08, 2009
CARTA DE UM POLICIAL PARA UM BANDIDO
Senhor Bandido.
Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.
Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas "conquistas" quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.
Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.
Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.
Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará.
Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.
Por - carlos | Novembro 07, 2009
EU FICO IMPRESSIONADO COM ESSE TIPO DE NOTICIA. DIZER QUE A VIOLENCIA CAIU 71% É QUERER ACHAR QUE NÓS BRASILEIROS SOMOS BURROS E QUE ESTAMOS EM OUTRO PLANETA. BASTA SAIR NA RUA QUE A VIOLENCIA ESTÁ NOS RODEANDO. ISSO NÃO É PRIVILÉGIO DO SR EDUARDO CAMPOS, POIS ,TODOS QUE PASSARAM PELO PALÁCIO DAS PRINCESAS TAMBEM DIZIAM QUE A VIOLENCIA TINHA DIMINUIDO, INFELIZMENTE A SENSAÇÃO DE SEGURANÇA SÓ QUEM TEM É ELE POIS, VIVE RODEADO DE GUARDAS QUE PROTEGEM AS SUA FAMILIA E SEU PATRIMONIO , ENQUANTO QUE NÓS SIMPLES MORTAIS TEMOS QUE NOS CONTENTAR COM ESSAS BOBOZEIRAS DITAS POR ELE. QUE DEUS NOS PROTEJA!
Por - Fábio | Novembro 07, 2009
Queria ver o Governador chegar lá, jogar futebol e sair inteiro sem a proteção dos seguranças!
Enviando...