Blog de Jamildo 1

eleições

Se ele quiser se eleger sozinho, é um direito dele, diz João Lyra sobre José Queiroz

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Após lançar uma nota nos jornais afirmando que não subirá no palanque do prefeito de Caruaru - no Agreste do Estado -, José Queiroz (PDT), o vice-governador João Lyra Neto (PDT) afirmou que o correligionário quer se eleger sozinho. "É um direito dele", disse neste sábado (30) durante a convenção que lançou a candidatura de Geraldo Júlio (PSB) à Prefeitura do Recife.

Em Caruaru, João Lyra anuncia pelos jornais que está fora da campanha de José Queiroz

Em Caruaru, João Lyra Neto detona gestão de José Queiroz em debate na Rádio Jornal

A crise entre os pedetistas se arrasta em Caruaru. João Lyra acusa José Queiroz, que tentará a reeleição, de falta de diálogo. Nos bastidores, comenta-se que o vice-governador queria mesmo era rifar o correligionário da disputa e lançar sua filha, a secretária de Ação Social do Governo do Estado, Raquel Lyra.

João Lyra e Raquel assinaram uma nota publicitária nos jornais deste sábado (30), dia da convenção do PDT em Caruaru, para anunciar que estão fora da campanha de reeleição do prefeito. Na nota, ainda fazem críticas à gestão.

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eleições

Vice-prefeito Milton Coelho avalia que ciclo do PT terminou no Recife

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Foto: Gabriela López/Blog de Jamildo

Mesmo integrando o governo do PT no Recife por ser o vice-prefeito, Milton Coelho (PSB) acredita que o ciclo petista esgotou-se na cidade por causa da briga interna travada publicamente nos últimos meses. "O PT esgarçou a própria gestão", declarou, neste sábado (30), na convenção que lançou o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Geraldo Júlio para disputar a Prefeitura do Recife nas eleições de outubro.

PSB mantém silêncio sobre críticas do PT

O PT governa o Recife há 12 anos, com dois mandatos do hoje deputado federal João Paulo e um do atual prefeito, João da Costa. Questionado sobre o fato de ele fazer parte do governo e, mesmo assim, afirmar que o ciclo está terminando, o vice-prefeito desconversou. "Estamos no governo que foi negado pelo PT. Os aliados saíram da gestão, deixaram de contribuir. Fomos [os socialistas] convocados pelos partidos da Frente a lançar uma candidatura e conseguimos unificá-los".

Assim como fez o senador e pré-candidato Humberto Costa na convenção petista, realizada nesta sexta-feira (29), Milton Coelho afirmou que o principal adversário do PSB no pleito é o DEM, que lançou a candidatura do deputado federal Mendonça Filho. "O PT é concorrente, é diferente", completou, sem conseguir explicar qual é exatamente a diferença.

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novidade

Partido novo, o PPL lança candidatos a prefeito no Recife e em Jaboatão

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Vereador Eliezer é popular em Jaboatão.

Neste sábado (30) o jovem Partido Pátria Livre (PPL) confirmou que concorrerá às vagas nas câmaras municipais em 33 cidades pernambucanas, tendo ainda dois candidatos encabeçando chapas majoritárias e mais oito candidatos a vice.

No Recife, a ex-vereadora Edna Costa (presidente regional do PPL) teve seu nome homologado por unanimidade na convenção. A sigla lançou ainda 15 nomes para concorrer à vereador. Em Jaboatão dos Guararapes o candidato à prefeitura será o vereador Eliezer Costa. Em oito chapas espalhadas pelo estado a legenda tem o vice.

Atualmente o PPL tem 22 vereadores com mandato no estado de Pernambuco e todos concorrerão à reeleição, somando-se á mais cem que tentam se eleger.

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eleições

PSB mantém silêncio sobre críticas do PT

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Na convenção que homologou a candidatura do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Geraldo Júlio pelo PSB à Prefeitura do Recife neste sábado (30), tanto o prefeiturável como o governador Eduardo Campos preferiram não responder as críticas feitas pelo PT. O senador e pré-candidato petista, Humberto Costa, na convenção do seu partido realizada sexta-feira (29), disse, sem citar diretamente o nome de Geraldo, que o ex-secretário precisará ser carregado nos braços pelo governador para fazer campanha.

Na convenção do PT já sobram farpas para Geraldo Júlio

Em vídeo, Lula diz que Humberto é o que o PT pode apresentar de melhor

Na convenção do PT, Humberto disse não entender ausência de João da Costa

"Aqui não é concurso público. É preciso história!", afirmou Humberto Costa, referindo-se ao fato de Geraldo Júlio,  até pouco desconhecido dos eleitores recifenses, ser reconhecido como um bom técnico. "Quem vai buscar recursos federais: uma pessoa que nunca disputou uma eleição? Ou um senador e um deputado?. Quem vai conseguir será um candidato que não precisa ser pego no braço para seguir". Geraldo Júlio é afilhado político do governador Eduardo Campos.

Mantendo a postura de fazer uma campanha com paz política, como pregam desde que decidiram romper a Frente Popular e lançar uma candidatura diferente da do PT, os socialistas apenas disseram que vão fazer campanha tendo como foco o debate com a população sobre o que ela quer para o Recife. "Vamos em cada bairro ver o que as pessoas querem para a cidade. Queremos discutir uma proposta, um futuro. Cada Frente e coligação vai fazer a campanha da sua forma. Nós vamos fazer discutindo com o povo", disse Geraldo Júlio.

No seu discurso, o governador chegou a fazer críticas ao PT, mas sutilmente. Apenas mencionou que o Recife sangrou com o briga travada internamente no PT. "A briga pareceu com uma briga de marido e mulher que não se ajeitam. No fim das contas, quem sofre com isto são as crianças. A criança neste caso, que é o Recife, não merecia este sofrimento".

CAMPANHA - Na convenção, as paredes da sede do Sport Club do Recife estampavam banneres com fotos de Geraldo Júlio e do governador Eduardo Campos. Os slogans eram: Juntos para o Recife melhorar e Recife no ritmo de Pernambuco. Esta deve ser a linha que as peças da campanha terão, mas a equipe de marketing dos socialistas afirmaram que os slogans da convenção não serão necessariamente os da campanha. As peças finais ainda estão sendo discutidas.

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pegou ar

Em Caruaru, PMDB faz duas convenções no mesmo dia e ambas boicotam candidatura de Rivaldo Soares

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Neste sábado o PMDB de Caruaru teve um dia histórico. Foi o único partido que realizou duas convenções. A primeira aconteceu em apenas uma hora e meia, entre às 8h30 e às 10h da manhã. O encontro foi realizado pela extinta Comissão Provisória, que tinha como presidente um histórico aliado de Tony Gel, do DEM.

A segunda convenção foi promovida às pressas pelo grupo que voltou a comandar o partido na última sexta-feira (29) e que tem como presidente Reginaldo França, secretário do governo Zé Queiroz. Ocorre que tanto o ex-presidente quanto o atual presidente recebaram a inscrição da chapa encabeçada por Rivaldo Soares como candidato a prefeito pelo PMDB e não a colocaram em votação.

Revoltado, o ex-pré-candidato prometeu ingressar, na próxima segunda-feira (2) com ação na Justiça Comum para anular o resultado das duas convenções, baseando-se numa determinação da Executiva Nacional do PMDB, de agosto de 2011, que afirma serem obrigatórias as candidaturas próprias da sigla nas cidades que possuem mais de 200 mil habitantes. "Se é obrigatória, a candidatura não pode ser retirada por interesses de terceiros", atacou Rivaldo.

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estreante

Na convenção do PSDB sobram farpas para todos os candidatos

POSTADO EM 30 Junho, 2012



A convenção do PSDB no Recife, realizada na manhã deste sábado (30), levou bastante gente ao Instituto Teotônio Vilela, no Derby. A surpresa da manhã foi a consolidação da entrada do PPS ao bloco encabeçado pelo PSDB - e que já tinha o PTdoB. Lideranças dos dois partidos se fizeram presentes e lançaram campanha cantando renovação para o Recife. Também não deixaram de mandar recados para adversários.

Marcada para as 9h, a convenção foi regada à cerveja, espetinho e forró para animar os presentes, que precisaram esperar até o meio-dia para ter a presença do agora candidato Daniel Coelho. Ele ficou em reunião por horas com o presidente Nacional dos tucanos, Sérgio Guerra, dirigentes do PPS no Recife, a exemplo de Raul Jungmann, além de líderes do PMN.

Conseguiram fechar aliança com o PPS, que terá a socióloga Débora Albuquerque, presidente Estadual do PPS, na vice da chapa de Daniel Coelho. Ela é a única mulher na disputa pela prefeitura e irá compor a chapa com o candidato mais jovem à prefeito. A chapa, que terá cerca de 5 minutos de horário televisivo, irá pedir renovação para o Recife.

Auditório lotado, a convenção começou com o exaltado discurso da vereadora candidata à reeleição Aline Mariano, única representante tucana na Câmara do Recife. Aline não hesitou em atacar as candidaturas dos petistas e dos socialistas. (Veja: Vídeo1 e Vídeo2)

"[O PT] aceitou o conselho da oposição e retirou a candidatura do atual prefeito João da Costa, que representa o atraso do Recife. E até eles próprios admitiram que a atual gestão atrasou a nossa cidade [por terem impedido a candidatura de João da Costa]."

"Estão tentando confundir a população trocando o candidato", disparou Aline, sobre a retirada de João da Costa e colocação de Humberto Costa. "Mas é seis por meia-dúzia! Ele [Humberto] foi partícipe, esteve junto na gestão e não soube fazer as coisas boas para a cidade."

O presidente Nacional do PSDB, o deputado federal Sérgio Guerra, analisou a situação das candidaturas no Recife e também soltou o verbo sobre os ex-aliados Mendonça Filho e Raul Henry, além de fazer duros ataques às gestões petistas.



"A candidatura do PSB, que é um partido do meu amigo, o grande governador Eduardo Campos, o candidato deles não é conhecido por boa parte da população recifense. E Daniel também tem uma faixa de desconhecimento grande, maior até do que nós achamos. Isso não acontece com humberto, por exemplo."

"Todos os dias a gente escutava "eu vou ter o apoio de Daniel", "ele pode ser meu vice", "a gente está se entendendo". Quer dizer, só se entende se for para nós apoiarmos eles, nunca para eles nos apoiarem. Enfrentamos isso por dois meses."

Os ataques às gestões petistas também foram muitos. "João Paulo teve muita aprovação, mas os governos dele não foram nada, não fez nada. E João da Costa fez menos ainda. (...) Não tem nada sério sendo feito aqui. Só conversa, só propaganda, só festa. Nenhuma solução real e nenhum projeto de solução para a cidade. (...) Não dá para ficar esse pessoal aí."

Principal líder do PPS, Raul Jungmann - que agora vai coordenar a campanha de Daniel, além de ajudar a fazer o programa - explicou o porquê de, no último momento, ter resolvido apoiar o nome tucano. Falou também da Mendonça e Raul Henry, com quem não conseguiu chegar a um entendimento.

"Optamos por nos unir ao PSDB e à candidatura de Daniel Coelho por uma questão de coerência. Tínhamos duas alternativas: DEM e PSDB. Temos maior afinidade ideológica com o PSDB e optamos pela aliança com eles principalmente pelo perfil de Daniel Coelho.

Raul Jungmann também disparou farpas contra Mendonça e Henry. Começou afirmando que no processo pré-eleitoral viu-se "tudo o que não poderia ou não deveria acontecer, mas aconteceu". E continuou, bombardeando os peemedebistas e democratas. (Assista AQUI)

"Daniel, você não tem nenhuma explicação a dar. Enquanto os outros estão se explicando, nós não. Estamos tranquilos, leves, com nossos companheiros de verdade. Esta é a chapa da unidade daqueles que não vão porque têm que ir, porque simplesmente é fácil ou dos que pensam nos ganhos que possam ter individualmente."

"Nós dizemos não a esse tipo de política que se faz através do facilitado. E isso não é política, é clientelismo, fisiologismo, busca de vantagem."

"Eles [Raul Henry e Mendonça Filho] não se dispuseram a fazer unidade. Só nós [ele e Daniel] tivemos esse desprendimento. Quem vai para tentar unidade tem que abrir mão de projetos individuais e isso não aconteceu por parte de todos", afirmou. "Mas todo projeto é legítimo", disse, tentando não criar atrito com Mendonça e Henry.

Um pouco mais tarde, na convenção do PPS, Daniel Coelho foi recebido como futuro prefeito. Em seu discurso, Raul Jungmann pediu para que fizessem pela candidatura de Daniel o que fariam pela dele.

O candidato do PSDB à prefeitura do Recife, o deputado estadual Daniel Coelho, preferiu concentrar seus ataques apenas na atual gestão. Pedindo renovação, o tucano criticou até as atitudes do PT contra o atual prefeito, João da Costa.

"PT partilhou o poder. Secretaria de saúde para "fulano", Secretaria de Educação para sicrano. Eles não estão pensando no povo, estão pensando nas negociações. Precisamos renovar de verdade, tirando do poder essas pessoas que fazem práticas políticas antigas. Como querem falar de cidade do futuro se ainda fazem viaduto [Capitão Temudo] sem calçada e sem faixa para ciclista."

"Uma ideia boa mas que não funciona bem é o Orçamento Participativo. Na minha gestão teremos, sim, orçamento participativo. Mas não assim, não desse jeito que está aí. As obras são votadas, mas só são executadas quando querem."

"Mas o desrespeito ao voto da população é previsível, já que eles não respeitam nem a votação das prévias do próprio partido. As obras do OP são votadas mas eles só constroem o que os caciques querem, da mesma forma que aconteceu nas prévias."

Mesmo com baixo percentual de intenções de voto (5%), Daniel mostrou confiança na vitória e afirmou que já está acostumado com disputas difíceis, como as vitoriosas campanhas para vereador (duas vezes) e uma para deputado estadual, sempre pelo PV, que tem pouca força no estado.

"Não estamos entrando para marcar ponto. Vamos para o segundo turno e vamos mostrar que essa cidade é livre, não é de cacique!", bradou.

A chapa de vereadores formada por PSDB e PTdoB lançará 70 candidatos a vereador. Os dois partidos têm, atualmente, apenas dois vereadores: Aline Mariano (PSDB) e Mardos di Bria (PTdoB). Já o PPS disputará sozinho a chapa proporcional, lançando 43 candidatos.

PMN - O discreto PMN foi um dos partidos mais disputados nas últimas duas semanas. Com o PT, o DEM e o PSDB precisando de alianças para ganhar preciosos segundos de TV, o PMN - que estava coligado ao PPS - passou a ser assediado pelas referidas siglas maiores. No final das contas, acabou descolando até do PPS e vai se lançar sozinho à Prefeitura do Recife.

A presidente Nacional da sigla, Telma Ribeiro, assumiu provisoriamente a Direção Estadual para, de acordo com ela, "colocar ordem na casa". Telma afirmou que não fazia sentido se unir, como fez o PPS, à candidatura do PSDB. "Iríamos apoiar a candidatura de Raul Jungmann. A partir do momento que ele retirou seu nome, nós, que já não iríamos nos unir ao PSDB na chapa para vereadores, passamos a também nos lançar sós para prefeito.

O candidato da sigla é o Coronel Guarini e terá como vice de sua chapa a pedagoga Luzinete Barros. Esta, por sua vez, deverá assumir a legenda depois que Telma Ribeiro tiver "colocado ordem". A chapa de vereadores do PMN contará com 39 candidatos.

Débora Albuquerque, vice na chapa tucana.

Presidente Nacional do PSDB, Sérgio Guerra fez longo e ácido discurso.

Chapa de vereadores do PSDB.

Escorregou: Defensor do meio-ambiente, Daniel permitiu exagero das poluidoras bolas de festa em sua convenção.

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pode sair

PT do Cabo faz sua convenção na noite deste sábado

POSTADO EM 30 Junho, 2012



O Partido dos Trabalhadores (PT) do Cabo de Santo Agostinho realiza, na noite deste sábado (30), sua convenção, que será realizada no escritório político do deputado federal Fernando Ferro, no centro do município. O evento, que será discreto, sem grandes produções, acontecerá às 18h.

O PT continua suas negociações com outros partidos para a composição das chapas proporcionais e majoritária, mas especula-se que Ferro pode desistir da candidatura e dar apoio à candidatura encabeçada pelo PSB, encabeçada por Vado da Farmácia.

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briga boa

No Cabo, multidão prestigia homologação da candidatura de Vado da Farmácia

POSTADO EM 30 Junho, 2012



A convenção para homologar a candidatura do socialista Vado da Farmácia à Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, na última sextta-feira (29), parece ter sido a maior até então em toda a região Metropolitana do Recife. A quadra da Escola Caic, no centro da cidade, lotou para prestigiar, além da afirmação do nome de Vado, a homologação da chapa de candidatos a vereador.

Muito emocionado o candidato à prefeito Vado da Farmácia (PSB), agradeceu o apoio das várias pessoas presentes na convenção, e disse que estava muito feliz de representar o povo nas eleições e reconheceu que aprendeu muito com o prefeito Lula Cabral e pediu obrigado à todos os funcionários do governo municipal.

Em seu discurso, Vado da Farmácia afirmou que têm experiência suficiente para governar a cidade, após oito anos como vice-prefeito da gestão Lula Cabral - que apóia Vado, apesar de ter pertencido até há pouco aos quadros do PTB, sigla que está com Betinho Gomes. O governador Eduardo Campos (PSB), não pôde comparecer ao evento, mas mandou um vídeo apoiando à candidatura de Vado.

O evento contou ainda com a presença do deputado Everaldo Cabral (PSD), do presidente da Câmara de Vereadores do Cabo, Gessé Valério (PSB) e da militância dos vários partidos que compõe a Frente Popular.

A coligação encabeçada pelo PSB de Vado conta com 12 partidos além do PSB. São eles PDT, PTN, PSD, PSL, PPL, PR, PMN, PRP, PTC, PTdoB, PPL, PSC. A coligação pode ainda contar com o reforço do PT, que estuda retirar a candidatura do deputado federal Fernando Ferro, que não conseguiu fortalecer seu nome, já que esteve dividido entre seu mandato na Câmara Federal e a defesa de João da Costa no Recife.

Lula Cabral apóia chapa de Vado

Gente não faltou.

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Gente como a gente

Geraldo Júlio apresenta-se como um pai cuidadoso e anda até de bicicleta

POSTADO EM 30 Junho, 2012

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Com 41 anos de idade, é pai de três crianças, com 9, 7 e 2 anos, que estudam no Colégio Expoente. Na entrevista ao SJCC, apresentou-se como um pai cuidadosa.

“Acompanho as notas, analiso as provas, gosto e tenho prazer de acompanhar as atividades. Fazem judô, natação e inglês. Com todos, tem cobrança. Eu me preocupo verdadeiramente com a formação deles. Vibro com eles. Tenho prazer e felicidade nisto. Sei elogiar também”
 
No começo da entrevista, Geraldo Júlio, sem pedir licença aos profissionais que já o esperavam, pega o telefone de um auxiliar e atende o radialista Geraldo Freire. Vai lá, vem vá, promete uma convenção bonita e limpa (para hoje) e revela. “Nunca fumei, bebo levemente, gosto de carne de bode e sei chegar no Córrego de Genipapo”, resumindo.

Ao falar de amenidades, conta ainda que gosta de andar de bicicletas e eu lhe pergunto se o faz na Jaqueira (tido por muitos como local elitista). “Não. Nas ruas”, garante. “Mas não vou de bicicleta para o trablalho”, informa, embora dizendo que defenda a ampliação de ciclovias.

Como acorda muito cedo, consegue fugir dos engarrafamentos na capital. Embora tenha dado um leve chá de espera na equipe do SJJC, não deixou de contar vantagem sobre um pobre repórter que culpou o trãnsito por ter chegado atrasado.

“É que eu moro na Torre”, tentou se explicar. “Eu também moro na Torre e cheguei bem antes”, replicou, rindo.

Mora em uma rua sem saída na Torre. Portanto, não teme ser abecado. Será que vai ser encurralado nestas eleições?
 

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No Recife, Geraldo Júlio vai ser comparado a Pelópidas Silveira

POSTADO EM 30 Junho, 2012

O administrador Geraldo Júlio será apresentado como uma espécie de novo Pelópidas Silveira, engenheiro que marcou época no Recife com grandes obras e é lembrado até hoje, depois de ter sido varrido da Prefeitura do Recife com o golpe militar.

“Desde Pelópidas, é o primeiro candidato da gema, nascido no Recife, como Pelópidas Silveira”, ressalta Evaldo Costa, secretário de comunicação do governo do Estado.

“João da Costs nasceu em Angelim, Jarbas é de Timbaúba, Joauqim Francisco é de Macaparana”, citou, em comparação.

“Vamos trilhar pelo melhor caminho”, comenta Geraldo Júlio, cuja esposa nasceu em Limoeiro.

 O ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Geraldo Júlio, 41 anos, é formado em administração com especialização em gestão pública.

O senhor tem apenas três meses para se tornar conhecido e apresentar suas propostas. Não é pouco tempo diante desse quadro adverso de racha na Frente Popular?

“Todas as campanhas eleitorais duram três meses. Em algumas oportunidades as pessoas fazem pré-campanhas longas, mas em outras fazem exatamente no período da campanha. Vamos trabalhar muito nesses 90 dias. Seremos os primeiros a acordar e os últimos a dormir. Toda a Frente Popular, não só o candidato. Vamos ouvir a população, deixar o recifense nos dizer o que espera, apresentar nossas propostas e assumir compromissos”, explicou.

Como está sendo sua preparação para tentar seu primeiro cargo eletivo?

“O acompanhamento que vocês (imprensa) têm feito nos últimos anos mostra que essa é uma situação que estava posta na minha vida já há algum tempo. Se formos rever de 2006, 2007 para cá, vai ver que se falou nisso em várias oportunidades. Eu sabia que isso em determinado momento iria acontecer e vinha me preparando. É uma experiência nova que aconteceu na vida de muitas pessoas, de entrar numa disputa eleitoral pela primeira vez já numa eleição majoritária. Temos prefeitos de capitais, governadores e a própria presidente Dilma, todos governando com sucesso. É um novo aprendizado, um desafio, e estamos preparados para ele”, diz.

O governador disse que a campanha será dividida em duas: antes e depois do início do guia eleitoral. Como será essa primeira etapa, sem a TV e o rádio?

“A campanha com guia eleitoral é diferente. No período que antecede o guia as atividades precisam ser voltadas para as conversas com as pessoas, participar de reuniões e plenárias, dialogar com a população. No segundo momento, com o guia eleitoral, é também importante pelo papel que ele exerce na campanha. Mas antes vamos andar pelo Recife, fazer reuniões com as comunidades e lideranças, com os candidatos a vereador. Depois que o guia começar a gente vai continuar indo aos bairros conversando com as pessoas e colhendo opiniões”.
 

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Luz própria

Sem irritação, Geraldo Júlio não quer discussão sobre se é poste ou não

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Na convenção do PT, nesta sexta-feira, os adversários já fizeram graça com a condição de técnico de Geraldo Júlio, lançando farpas contra o socialista e até dizendo que não se tratava de concurso público. Se preocupa ou não a apresentação do discurso de um bom gestor, o candidato Humberro Costa chegou a divulgar um vídeo onde apresenta-se como “técnico”

Por outro lado, o candidato do PSB, Geraldo Júlio, acredita que acumulou uma série de habilidades, em especial nestes cinco anos e meio, que o qualificam para a disputa política, não sendo um poste (técnico sem jogo de cintura). Ele frisou que vem militando na política desde 1986, na campanha que elegeu Miguel Arraes governador.

“Para se governar a cidade é preciso ter um conjunto de habilidades. Alguns acumulam mais experiência em uma área e outros, em outras áreas. Tem gente que têm uma vida toda na política e faz um bom governo, outras têm dificuldade de governar. E tem gente com mais experiência no campo técnico e, às vezes, tem condições de fazer um bom governo e, às vezes, não. Eu me sinto tranquilo. Acho que acumulei durante todos esses anos um conjunto de experiências tanto na militância política como no desempenho de funções públicas desde que entrei no Tribunal de Contas do Estado – sou concursado lá desde 1992 – e já desempenhei várias funções no serviço público, além da experiência de cinco anos e meio no governo do Estado me deixam preparado para assumir essa função. É mais um desafio que se coloca a minha frente”, diz Geraldo Júlio.

O prefeito João da Costa foi chamado de “poste” durante a campanha, por não ter experiência política. O senhor não teme que a oposição também o chame de “poste” pelo mesmo motivo?

“A população não quer discutir quem é “poste” e quem não é “poste”. Quer discutir a melhoria da qualidade de vida, o futuro da cidade. Esse debate de “poste” não interessa ao povo nem à cidade. Interessa mudar o ritmo, entrar no ritmo do Estado. Interessa às pessoas ter uma vida melhor”, respondeu Geraldo Júlio.

O senhor não teme que o excesso de afinação de seu discurso com o de Eduardo Campos leve a oposição a chamá-lo de candidato inventado, de boneco de ventríloquo, de marionete do governador e outros apelidos que se costuma colocar?

“Pretendo fazer um governo muito alinhado com o da presidente Dilma e que tenha ações integradas também com o governo do Estado no qual venho trabalhando nos últimos cinco anos e meio. Mas vamos construir um governo para o Recife. O debate que as pessoas querem é sobre compromissos assumidos para mudar realmente o Recife, transformá-la numa cidade que orgulhe sua população”.

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Boa vizinhança

Em nome da paz, Geraldo Júlio não quer que petistas abandonem cargos no governo do Estado

POSTADO EM 30 Junho, 2012

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A política da bandeira branca é um dos mantras do socialista Geraldo Júlio, paz e amor.

Quando perguntado se os petistas deveriam entregar os cargos no governo Eduardo, depois do racha na Frente Popular, O candidato do PSB disse, em entrevista ao Blog de Jamildo, junto com o SJCC, que a população do Recife não quer saber de brigas.

“Não vamos perder tempo com brigas. As brigas não fazem bem, temos que apresentar são propostas”, explicou.

Como houve esse tensionamento, há possibilidade de os cargos do PT no governo do Estado serem entregues? Seria correto o PT manter os cargos que ocupa mesmo durante uma campanha eleitoral?

“Essa questão é municipal. Somos aliados da presidente Dilma e continuaremos sendo. Ela é uma pessoa honrada, séria e tem feito um governo aprovado pela maioria dos brasileiros. Mas essa questão que tratamos aqui é municipal. Uma ampla frente, hoje com 16 partidos, entendeu que o partido que está governando perdeu as condições de liderar essa frente e escolheu o PSB para liderar. Ontem (quinta-feira) foi dito pelo próprio governador que o caminho correto é que essas pessoas (do PT) continuem nos ajudando no Estado, porque eles têm pastas importantes e devem continuar ajudando a melhorar a vida dos pernambucanos. Aqui é uma discussão municipal”, afirmou Geraldo Júlio..

Por extensão, a mesma lógica serviria para justificar a permanência das secretarias em mãos dos socialistas na Prefeitura da Cidade do Recife. Antigamente, os rachas eram levados à vera.

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Pauta própria

Candidato socialista esquiva-se de perguntas sobre participação do PSB na Prefeitura do Recife

POSTADO EM 30 Junho, 2012

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A primeira pergunta que fiz a Geraldo Júlio visava entender o que acho um ponto contraditório do PSB no discurso que vem sendo apresentado nestas eleições.

Lembrei ao candidato socialista que ele tem dito que quer levar o modelo de gestão do governo do Estado para a prefeitura do Recife. No entanto, por que isso não foi apresentado antes, nos quatro anos que estava ao lado do PT, já que o PSB tem o atual vice-prefeito na PCR? Não houve espaço?

“O PSB governa Pernambuco e outros Estados com sucesso, e as duas capitais com a melhor avaliação nas pesquisas são governadas por nós. Uma coisa que precisa ficar claro é que quem governa o Recife há 12 anos é o PT, com o apoio da Frente Popular. Chegou um momento em que essa ampla frente de 16 partidos entendeu que o PSB deveria liderar esse projeto por conta de fatos que aconteceram e que todo mundo viu – a gente não precisa ficar relatando. A frente entendeu que o PSB reuniu condições, por tudo que construiu no governo do Estado, de fazer essa gestão, fazer mais com menos, em menos tempo, melhorar a vida das pessoas e fazer o Recife crescer no ritmo de crescimento de Pernambuco”, disse.

No meu entendimento, na minha interpretação, tergiversou, não respondeu satisfatoriamente. É um direito seu.

Já havia escrito aqui que os socialistas detectaram, avaliando as contas da PCR, que os gastos foram elevados sem redução das deepesas. No caso, questionei o candidato sobre o que ele achava da situação. Mais uma vez, no meu entendimento, Geraldo Júlio não deu uma resposta objetiva e direta.

“Desde 2007, ampliamos a capacidade de investimento do Estado, com nossas políticas públicas, atraímos grandes empreendimentos, com um novo enfoque. É este ritmo que vamos levar para o Recife. Vamos cuidar do ordenamento da cidade, ter coragem de mudar e ampliar o planejamento”, declarou.

O Blog de Jamildo também perguntou ao candidato do PSB se ele concordava que havia muitos cargos comissionados na PCR e seria preciso redução, mas ele disse que a preocupação agora é com a campanha.

“Todo gestor que entra promove restrição. Podem ser realizadas no governo do município, mas a preocupação agora é cuidar da campanha”, diz.

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Comunicação por gestos

Em busca de apoio, Geraldo Júlio faz vários acenos para João da Costa

POSTADO EM 30 Junho, 2012

Na entrevista com Geraldo Júlio, o candidato socialista em pelo menos duas oportunidades fez acenos públicos em busca do apoio de João da Costa.

Como se sabe, o prefeito do Recife, João da Costa, do PT, ficou muito magoado com o PT por ter sido preterido. Geraldo Júlio foi questionado se cogita que João da Costa desse uma ajuda à sua campanha. O senhor espera receber esse apoio?

“João é uma pessoa que tem meu respeito. Ele é de um partido e foi muito agredido ultimamente. Ele vai fazer as reflexões dele e se posicionar com tranquilidade e maturidade. Com certeza ele vai saber se posicionar. Prefiro falar da minha candidatura do que do posicionamento que João vai tomar. Isso diz respeito a ele”, explicou, na primeira oportunidade. O blog interpretou como um aceno a João da Costa.

Se ele vier a sair do PT haverá espaço no PSB para ele?

“Quem tem que imaginar se vai sair ou não do partido é ele. A gente viu todo o processo que aconteceu e quer respeitar o posicionamento dele. Essa questão não diz respeito a minha candidatura. Ele é do PT há 30 anos. Tem a militância dele”.

Em um segundo momento da entrevista, voltamos a abordar o mesmo tema e perguntamos se o apoio de João da Costa viria por gravidade.

Geraldo Júlio sorriu. Foi uma das duas vezes em que ele sorriu durante o encontro. A outra foi quando falávamos de mobilidade, eu perguntei se ele costumava ficar preso em engarrafamentos ou já tinha quebrado o carro em buracos. Não se conteve e sorriu. Respondeu que não e mostrou curiosidade se eu já havia me infelicitado.

A segunda resposta.

“João da Costa precisa fazer a reflexão, ele foi muito agredido, ele vai saber se posicionar, com tranquilidade. Agora, gente, eu prefiro falar da cidade”, tentou cortar o assunto.

“Quem tem que imaginar (para onde vai) é ele, será decisão dele. Nós todos vimos o processo que aconteceu. Nós não vamos decidir por ele”, falou.

No xadrez político do Recife já está projetado, também, o ano eleitoral de 2014, quando a sucessão do governador Eduardo Campos será objeto de desejo do PSB, PT e PTB. Além do obstinado projeto político nacional de Eduardo. No momento, o grande confronto que se projeta para o Recife envolve PSB versus PT, quando Geraldo Júlio e Humberto Costa vão ter de fazer campanha “pisando em ovos” para não negar seus compromissos e responsabilidades. Especial, se quadros socialistas permanecerem na gestão de João da Costa e quadros petistas prosseguirem no governo de Eduardo Campos.

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Eleições 2012

No Recife, Geraldo Júlio quer Jarbas Vasconcelos subindo em seu palanque

POSTADO EM 30 Junho, 2012

BlogImagem

Na primeira entrevista a um blog de política depois de ter sido anunciado oficialmente como candidato a prefeito pelo PSB, na quinta-feira, eu perguntei a Geraldo Júlio, na sexta-feira, em seu escritório político, se ele gostaria de ter o senador Jarbas Vasconcelos, do PMDB, já em seu palanque nestas eleições. Lembrei que o nome dele era associado a direita, pelos correligionários socilistas, antes que voltasse a se entender com o governador Eduardo Campos, nestas eleições.

A resposta do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do governo do Estado não poderia ser mais política. Afinal, em ano de eleição, apoio não se recusa. Pode-se até esconder do eleitor, mas não se recusa.

“Jarbas foi eleito pela Frente Popular (no passado), é senador da República. Pode ajudar muito a fazer um bom governo. É uma pessoa respeitada desta unidade, que quer colocar o Recife em outro ritmo. (A posição de subir no palanque) é uma decisão dele. Nós respeitamos, é um apoio importante, de um grupo importante, de grande qualidade. Ele e todos da Frente Popular vão estar no palanque”, afirmou.

Os dois caciques estavam rompidos política e pessoalmente desde 1992, tempo em que protagonizaram vários episódios de duro confronto. O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) e o governador Eduardo Campos (PSB) reataram os laços apenas nestas eleições. E estão dispostos a estreitá-los. Agora, os dois contam com um objetivo comum: o PT.

Restam na oposição o deputado federal Mendonça Filho, do DEM, e o estadual Daniel Coelho, do PSDB, que vão ter de convencer o eleitorado de que são “o diferente e a alternativa” para a cidade, e que PSB e PT são a mesma coisa e corresponsáveis pela atual gestão. Mendonça e Daniel terão de adotar um discurso convincente de que o povo não quer só trocar o gestor.

O reporter especial de Política do JC, Sérgio Montenegro Filho, ajuda a contextualizar as rusgas do passado, abaixo.

Consolidar a paz política, no entanto, não será tarefa fácil para nenhum dos lados. Embora os dois já estejam dividindo o mesmo palanque no Recife, será preciso algum esforço para minimizar o clima de inimizade que se criou entre os aliados de cada lado, que precisam ser convencidos da trégua. Alguns episódios de confronto deixaram mágoas profundas, como o caso dos precatórios, amplamente utilizado em campanha por Jarbas para vencer Arraes e, posteriormente, lançado contra o próprio Eduardo Campos nas disputas mais recentes.

Os dois principais embates nas urnas também deixaram rusgas. No pleito de 1998, quando impôs mais de um milhão de votos de vantagem sobre Arraes – que tentava a reeleição para o governo do Estado – Jarbas abriu um imenso abismo entre ele e o “outro lado”. Na eleição de 2010, foi a vez de Eduardo tornar esse abismo praticamente intransponível ao dar um troco ao peemedebista derrotando-o por cerca de três milhões de votos de diferença.

O último episódio de atrito entre os dois ex-desafetos envolveu a indicação da mãe do governador – a então deputada federal Ana Arraes (PSB) – para o Tribunal de Contas da União (TCU). Em um discurso inflamado, Jarbas acusou Eduardo de praticar “nepotismo” e “compadrio”, ao deixar seus afazeres no Estado para interferir diretamente na eleição de Ana, que conquistou a vaga no TCU.

Embora os dois já troquem elogios e até amabilidades, todo esse “peso” ainda paira no ar e terá que ser superado. O que parece ser a intenção que ambos demonstraram, no início do mês passado, em seu primeiro encontro público após duas décadas de confronto.

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Jamildo Melo
é editor do Blog com Gabriela López e Paulo Veras
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