Jogador do River lamenta o rebaixamento. Reprodução: Olé
Do Lancenet!
O River Plate foi rebaixado para Segunda Divisão do Campeonato Argentino. Um empate em 1 a 1 com o Belgrano, no Monumental de Nuñez, sacramentou a queda do gigante - que na partida de ida da disputa para ver quem permaneceria na elite acabou derrotado por 2 a 0. No placar agregado, derrota por 3 a 1 e queda.
O Belgrano bem que saiu na frente. Uma falta cobrada por Mansanelli enganou Carrizo e morreu no fundo da rede. Mas a arbitragem marcou impedimento, anulando a jogada. Foi o combustível para acender o River, que no lance seguinte, com Pavone, chegou ao gol. O atacante girou em cima do zagueiro e bateu no cantinho, sem chances para o goleiro.
O River pressionou demais durante todo o restante da primeira etapa. O Belgrano era marcado em seu campo de defesa, sufocado pelos Millonarios - que no entanto não conseguiam marcar o gol salvador. Faltava pontaria, tranquilidade na hora da conclusão das jogadas.
Na segunda etapa os visitantes voltaram mais atentos, e nos contra-ataques assustavam o River. Pereyra saiu no mano a mano com Carrizo e errou. Mas Farré não desperdiçou a chance que teve empatando o jogo para o Belgrano.
Os donos da casa se desesperaram, afinal precisavam de dois gols de diferença. E quando Pavone, autor do gol, desperdiçou um pênalti que recolocaria o time no jogo, deu para perceber que as esperanças de permanência na elite do futebol argentino não existiam mais.
No fim da partida, muito choro e desespero dos torcedores, que não deixaram o Monumental logo depois do jogo. O árbitro não havia nem apitado o término do jogo e os jogadores já se consolavam em campo. Os jogadores do Belgrano foram alvos de ataque da torcida, que lançou objetos no gramado em direção aos adversários.
Sem a mesma desenvoltura do primeiro amistoso, o Santa Cruz ficou no empate por 1x1 América-RN, no segundo jogo entre as duas equipes, em Goianinha, cidade distante 60km da capital Natal. O gol foi marcado pelo zagueiro Thiago Mathias, aos 13 minutos do segundo tempo. Nos acréscimos, um zagueiro decretou o empate, Fábio Sanches.
Com uma postura ofensiva, o Santa tentou inciar o jogo pressionando o América. Mas não durou muito tempo, pois os donos da casa conseguiram encaixar a marcação no meio de campo rapidamente para conter o ímpeto dos pernambucanos. Como o tricolor é um time reconhecidamente também bom em não deixar o adversário jogar, a partida ficou presa no setor de meio de campo.
Tanto que até de fora da área as finalizações ficaram escassas. Some-se a isso também a forma errada de o tricolor atacar. No início, Thiago Cunha conseguiu duas boas jogadas ao sair da área e deixar Kiros como referência. Depois, os dois inverteram as posições e, como Kiros não tem a mesma facilidade para trabalhar a bola, não deu sequência o jogo.
Na única vez em que tal expediente deu certo, a arbitragem anulou o gol do Santa. Kiros bateu cruzado e Cunha completou para as redes, mas o assistente viu o camisa 11 em posição irregular. O América só respondeu na bola parada. Aos 28, Mazinho bateu falta e Tiago Cardoso mandou a escanteio.
Nos 15 minutos finais, os dois times não criaram nada que se valha ressaltar, possivelmente pelo sol bastante quente de Goianinha.
O tricolor veio para o segundo tempo aceitando a pressão do adversário e foi pressionado nos primeiros dez minutos. Logo aos dois, Tiago Cardoso fez grande defesa em chute Val. O mesmo Val continuou infernizando a defesa tricolor aos seis, desta vez na bola parada. Ele bateu falta no travessão e, no rebote, Luizão mandou para fora com o gol aberto.
Coincidentemente, foi no melhor momento do América que o Santa abriu o placar. Aos 13 minutos, Thiago Mathias recebeu lançamento da esquerda. Ninguém esperava que um zagueiro apareceria tão livre na área. Ele teve tempo de dominar, raciocinar e mandar para o gol, sem chance para Thiago.
Logo depois do gol, o técnico Zé Teodoro promoveu as mudanças prometidas. Dos titulares ficaram apenas o lateral-direito Johnatan e o volante Memo. Sem o entrosamento necessário, o "novo" time serviu muito mais para observações individuais do que coletivas.
Como consequência disso, o tricolor teve dificuldade para coordenar as jogadas e manter a bola longe de sua área. Aos 24, Ivan Gonzalez fez boa jogada e mandou para o gol. Memo salvou a poucos centímetros da linha fatal. A essa altura o time da casa também já fizera muitas alterações e a queda técnica de uma partida que já não era grande coisa foi inevitável. No último minuto, numa cobrança de escanteio, o zagueiro Fábio Sanches aproveitou a confusão na área e decretou o empate.
Ficha do jogo:
América-RN: Sílvio (Thiago); Válber, Fábio Sanches, Luizão (Rodrigão) e Marcel (Pingo); Dudu Araxá, Val, Noberto (Paulinho Mossoró) e Ivan González; Leo Mineiro (André Nélis) e Mazinho. Técnico: Francisco Diá.
Santa Cruz: Tiago Cardoso (Cley); Johnatan, Thiago Matias (Éverton Sena), Leandro Souza (André Silva) e Dutra (Alexandre Silva); Jeovânio (Hugo), Memo, Weslley (Chicão) e Renatinho (Jefferson Maranhão); Kiros (Flávio Caça-Rato) e Thiago Cunha (Thomas Anderson). Técnico: Zé Teodoro.
No primeiro tempo, os dois times foram mais eficientes se defendendo que atacando, por isso o placar de 0x0 terminou sendo justo. O Santa só levou perigo num chute cruzado de Kiros que Thiago Cunha completou para o gol, mas a arbitragem anulou alegando impedimento. Já o América, também preso à boa marcação coral no meio, só conseguiu fazer Tiago Cardoso trabalhar em duas cobranças de falta de Mazinho.
Para o segundo tempo do amistoso, o Santa Cruz vai mudar quase todo time. Só ficarão em campo o lateral Johnatan e o volante Memo. A escalação será a seguinte: Cley, Johnatan, Éverton Sena, André Silva e Alexandre Silva; Hugo, Memo, Chicão e Jefferson Maranhão; Flávio Caça Rato e Thomas Anderson.
Após realizar um treino coletivo neste domingo em Campana, na Argentina, o técnico Mano Menezes montou uma equipe semelhante à utilizada no amistoso contra os Estados Unidos, em agosto de 2010. De acordo com o comandante da seleção brasileira, a formação consegue equilibrar o domínio de bola e o caráter ofensivo, fundamentais para a disputa da Copa América.
No trabalho deste final de semana, Mano levou a campo a equipe contando com o goleiro Julio Cesar e o zagueiro Lucio como novidades em relação ao time que bateu os norte-americanos por 2 a 0.
"É um time bastante semelhante, e acho que esta é uma ideia muito clara. A ideia de uma equipe que consegue equilibrar a questão da posse de bola, que é um dos meus objetivos, sem perder suas características ofensivas. Ás vezes você fica muito tempo com a bola, mas não consegue se infiltrar na defesa do adversário e criar chances de gol que nos aproxime da vitória. Com essa formação eu consegui isso", explicou Mano.
Mesmo com a formação ideal em mente, o técnico do Brasil não descarta alterações na equipe ao longo da disputa da Copa América. "Vale ressaltar que o time precisa de ajustes para que fique mais firme. Claro que haverão mudanças, talvez nas laterais do ataque, mas a formação do meio de campo pode ser sempre com dois volantes, um com mais saída, como é o caso do Ramires, assim como pode ser com Elias ou Elano", disse.
Para o setor ofensivo, Mano aposta no trio formado por Neymar, Robinho e Pato, auxiliados pelas armações de Paulo Henrique Ganso. Segundo o técnico, a formação do ataque pode ser utilizada ao longo de toda a competição, caso seu rendimento corresponda às expectativas da comissão técnica.
"O desempenho da seleção dentro de campo vai me dizer se posso utilizá-los em todos os jogos. Nós já jogamos assim contra a Holanda, que é um adversário de ponta. Não conseguimos vencer, mas a equipe se comportou bem na segunda parte do jogo, o que nos dá a ideia de que podemos repetir essa fórmula contra todos os adversários", revelou o técnico.
"O mais importante é o posicionamento da equipe dentro de campo. Se você tiver que mudar a característica de um jogador na partida, ele ainda assim estará muito próximo daquele lugar onde treinou no campo e irá desempenhar seu papel corretamente. Nosso foco é buscar entrosamento entre os atletas e criar uma mecânica natural de jogo", encerrou.
Destaque do Santos na conquista da Copa Libertadores da América, o jovem Neymar vem buscando firmar seu espaço no elenco da seleção brasileira. Escalado no time titular no treinamento deste domingo em Campana, sede da concentração do Brasil na Argentina, o atacante não é tido pelo técnico Mano Menezes como a chave para o sucesso do time na Copa América.
"Creio que temos que tirar o melhor que ele tem, baseado em suas características, colocando-o em campo de uma forma que ele nos proporcione um bom resultado. É bem provável que a seleção dependa menos dele, porque conta com jogadores de nível e que têm a capacidade de chamar para si a responsabilidade", explicou Mano.
Segundo o comandante da seleção brasileira, quando a tarefa de decidir um jogo é compartilhada com o restante dos jogadores, torna-se mais fácil um deles se destacarem ao longo da partida. "Os marcadores adversários terão que cuidar dos demais atletas. Assim fica mais fácil um deles ficar mais livre e definir o placar", continuou.
Questionado sobre o rendimento de Neymar no plantel verde-amarelo, Mano deixou claro sua admiração pelo atacante e acredita na sua evolução ao lado dos companheiros de time.
"Não tenho a preocupação do Neymar não ser na seleção o que ele vem sendo no Santos. Certamente ele está mais maduro depois de uma Libertadores dura, que acabou de conquistar com o Santos. Apanhou bastante, sofreu faltas, soube sair delas e ser decisivo nos momentos importantes e, no momento, é isso que o vai preparando para subir de nível".
A ausência na reapresentação no sábado (25) pode custar o afastamento do jogo contra o ABC, nesta terça-feira (28), na Ilha do Retiro. O jogador não apareceu e, questionado pelo técnico interino Mazola, disse que havia perdido a hora. O caso foi levado à diretoria que vai analisar e tomar as medidas cabíveis.
Marcelinho vem sendo bastante criticado pela torcida, inclusive vaiado na apresentação dos jogadores antes do último jogo, contra o Criciúma. Quando voltou para o Sport, ainda no Pernambucano deste ano, assinou contrato por dois anos. Contratado como jogador de referência para ajudar o Sport a conquistar o tão sonhado hexacampeonato, foi completamente anulado pelo tricolor Éverton Sena nos dois jogos da decisão.
Tanto que chegou ao ponto de partir para agredir o companheiro de profissão ao final da partida que deu o título aos corais. Na Série B oscilou bons e maus momentos assim como o restante da equipe comandada até então por Hélio dos Anjos. Porém, o pênalti desperdiçado na derrota para o Vitória-BA, a primeira e até agora única dos leões na competição, acabou de vez com a paciência da torcida, além de ter custado o emprego do comandante.
A questão financeira também pode pesar na hora de decidir o que fazer com o camisa 10. É um jogador que demandou alto investimento dos cofres rubro-negros e, teoricamente, deveria estar em campo dando retorno.
Romário está cada vez mais incomodado com a recusa de o presidente do Comitê Organizador Local (COL) e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, em dar explicações sobre as várias acusações de atos ilícitos que tem sofrido. E até pela omissão do dirigente em fornecer as informações, o agora deputado federal (PSB) continua atuante na criação de uma CPI no Congresso para investigar as entidades, como revelou em entrevista exclusiva concedida ao LANCE!. na sala de seu gabinete na Câmara dos Deputados, em Brasília.
- As pessoas me questionam por ter assinado a CPI, mas todos deveriam ter assinado. Meu convite foi pensando no bem dele (Teixeira). Não quero que seja verdade isso que estão dizendo. Mas se o que estão dizendo por aí for real, tem de ter uma CPI. Não tem jeito de não ter – disse Romário.
Além de investigar os atos de Teixeira, Romário se mostrou preocupado com o andamento e os custos das obras da Copa do Mundo 2014. E sobre a vida parlamentar, disse estar adaptado, mas prometeu ser atuante e legislar a favor das pessoas com deficiência e das crianças, jovens e adolescentes envolvidos com as drogas.
A Federação de Futebol do Camarões multou em US$ 2.100 o volante Alexander Song por ele ter se negado a apertar a mão do também atacante Eto'o no amistoso contra o Senegal, disputado em 4 de junho.
Os jogadores estão rompidos desde a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, última convocação de Song.
Apesar de não ter jogado contra o Senegal por causa de lesão, o atleta não estendeu a mão para cumprimentar o compatriota em um gesto de reconciliação, pondo fim a polêmica.
Com essa atitude, um comitê disciplinar da federação local multou Song.
O mesmo organismo, no entanto, inocentou Eto'o pela indisciplina de questionar uma substituição do técnico Javier Clemente, mas repreendeu Ekotto por faltar à partida sem justificativa.
Mano Menezes fez neste domingo, em Los Cardales, na Argentina, seu primeiro coletivo da preparação da seleção brasileira para a Copa América. Ganso voltou a ser titular no meio de campo, com a equipe escalada no 4-3-3, formação considerada ideal pelo treinador.
Em seu primeiro coletivo desde que começaram os treinos para a competição na Argentina, Mano Menezes escalou Julio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires e Ganso; Robinho, Neymar e Pato. Esta deve ser a equipe que fará a estreia contra a Venezuela, no próximo domingo, dia 3 de julho.
O meia Ganso, um dos destaques do Santos na conquista da Libertadores, foi o responsável por articular as jogadas no meio de campo. Dessa forma, o jogador volta a exercer a titularidade pelas seleção depois de quase dez meses.
O presidente Andrés Sanchez vetou a possibilidade de haver uma despedida de Ronaldo Fenômeno com a camisa do Corinthians ainda neste ano, mas disse que está trabalhando para renovar o contrato do agora ex-jogador.
“Estamos tentando, não falam que eu sou o todo poderoso, que ele faz tudo que eu peço, que eu mando, então vamos ver se ele aceita esta, mas eu acho que seria importante para o futebol brasileiro e para ele, ele voltar a fazer alguns jogos, vamos aguardar, vamos ver. Despedida este ano não tem para ele”, decretou em entrevista para a Rádio Bandeirantes.
Em reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo deste domingo (26) a Fifa afirma que a seleção brasileira não jogará no Recife durante sua campanha na Copa do Mundo de 2014. A entidade máxima do futebol quer os donos da casa atuando em seis sedes. Dessa forma, as maiores arenas receberiam os jogos: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Isso, claro, na hipótese da Canarinha chegar à final.
Com essas quatro cidades previamente definidas, Fortaleza, Salvador e Porto Alegre decidiriam as duas últimas vagas. A explicação é puramente técnica, pois como são os anfitriões, os brasileiros levarão maior público. Dos quatro maiores estádios, o Mineirão tem a menor capacidade (65 mil). As últimas três citadas acima devem comportar cerca de 60 mil.
A Arena Pernambuco terá capacidade para 40 mil, assim como Manaus, Cuiabá, Curitiba e Natal.
Um dos maiores jogadores da história do Milan e do futebol italiano comemora 42 anos neste domingo. Paolo Maldini, com mais 900 jogos pelo rubro-negro de Milão pendurou as chuteiras há dois anos numa partida contra a Fiorentina.
No momento mais dramático de seus 110 anos de história, o River Plate tentará reverter neste domingo, diante do Belgrano, uma desvantagem de dois gols para se manter na primeira divisão do futebol argentino, na partida de volta da Promoção.
A dolorosa situação do River requer uma façanha de seus jogadores em 90 minutos decisivos, após três temporadas em queda livre. O time de grande tradição na Argentina vem com um antecedente de oito partidas sem vitórias e de um pobre rendimento ofensivo: foram 15 gols marcados nas 19 rodadas do Clausura 2011.
Neste contexto, a necessidade de fazer dois gols diminui a esperança dos torcedores, já que neste semestre a equipe só venceu por dois gols de diferença em duas ocasiões, uma diante do rebaixado Huracán e outro contra o Newell's Old Boys, penúltimo na tabela dessa competição.
A torcida do River Plate, que se manifestou nos últimos dias com feitos violentos, invadiu o gramado da primeira partida contra o Belgrano, na qual perdeu por 2 a 0, em Córdoba. Com isso, 2.300 policiais foram acionados para garantir a segurança dentro e nos arredores do estádio Monumental de Nuñez.
A Seleção Brasileira feminina de futebol buscará a partir deste domingo, quando será dado o pontapé inicial à Copa do Mundo, enfrentar o favoritismo de seleções como a Alemanha, dona da casa, e Estados Unidos.
O favoritismo do time germânico não está ligado somente ao fator campo. As alemãs têm a seu favor a história recente dos mundiais, já que venceram as últimas duas edições.
No entanto, o Brasil, liderado por Marta, eleita cinco vezes consecutivas como melhor jogadora do mundo, promete atrapalhar a vida da Alemanha. Nos últimos torneios, a seleção brasileira tem chegado, pelo menos, às decisões. Nos Jogos Olímpicos de 2004, perdeu para os Estados Unidos, no Mundial de 2007, foi parada pela Alemanha e nos Jogos de 2008 caiu outra vez diante dos Estados Unidos.
A seleção comandada pelo técnico Kleiton Lima tem como destaques, além de Marta, a atacante Cristiane, do Santos, a meio-campo Elaine Moura, que joga no Tyresoff sueco, e a lateral Maurine Dorneles, que defende o New York Flash, dos Estados Unidos.
O Brasil, que estreia no dia 29 de junho, na próxima quarta-feira contra a Austrália, figura no grupo D da competição, que tem além das australianas, as seleções da Noruega e da Guiné Equatorial.
O meia Marcelinho Paraíba vem sendo o alvo das críticas da torcida do Sport e de boa parte da imprensa. E não é para menos. O meia foi contratado para ser a referência do elenco rubro-negro. Mas está longe, muito longe disso.
Como se não bastasse, Marcelinho Paraíba faltou ao treino do sábado. E, na manhã deste domingo, conversou com o técnico Mazola Júnior e informou que perdeu a hora. O técnico interino informou o caso para a diretoria, já que não havia dado permissão ao atleta para que ele se ausentasse do treino.
Em entrevista ao Blog do Torcedor, Mazola minimizou o caso. "Ele apenas disse que perdeu a hora. Já resolvemos o problema e eu só explico o caso na coletiva de amanhã. Agora, estou preocupado em recuperar o jogador para a partida da terça-feira", disse.