O Náutico está trazendo dois reforços para a equipe.
Um atacante e um meia.
Segundo informações de bastidores, o atacante é Bruno Mineiro, que vestindo a camisa do América-MG, marcou o terceiro gol da vitória do Coelho, por 3x1, sobre o ASA, na primeira partida decisiva da Série C.
Já o meia é um velho conhecido da torcida alvirrubra.
Trata-se de Netinho, do Atlético-PR, que defendeu o Náutico em 2006.
No entanto, o que preocupa em relação a Netinho é o fato do jogador ter se submetido, recentemente, de uma cirurgia.
Bom, por enquanto, a diretoria timbu não confirmou.
Vamos aguardar.
Com informações de Fernando Alves e Leonardo Boris/Rádios Jornal e CBN
Nos primeiros 90 minutos da decisão da Taça Libertadores da América 2009, o Cruzeiro conseguiu o seu primeiro objetivo. A equipe do técnico Adilson Batista jogou com muita raça e conseguiu arrancar o empate, por 0x0, em La Plata, Argentina.
No duelo da noite desta quarta-feira, o nome da partida foi o goleiro Fábio. O camisa 1 cruzeirense fez defesas dificílimas, salvando a equipe de uma amarga derrota.
O fato de Fábio ter sido o grande destaque da partida mostrou que o Estudiantes foi uma equipe tentou fazer valer o mando de campo. Criou chances, sufocou o time mineiro, mas esbarrou na segurança do goleiro mineiro.
Nos minutos finais da partida, o Cruzeiro conseguiu encontrar brechas para atacar e, por pouco, conseguiu arrancar um resultado ainda melhor. Kleber perdeu um gol daqueles em que torcedor grita antes mesmo do arremate.
Após rebatida da defesa, o atacante, livre de marcação na pequena área, bateu para fora.
Agora, a decisão será em Minas Gerais, na próxima quarta-feira.
Após o Cruzeiro garantir presença na final da Taça Libertadores da América, contra o Estudiantes, o presidente do clube mineiro, Zezé Perrella, anunciou o aumento dos ingressos.
"Quero dar um prêmio muito bom para os jogadores para ganhar a Libertadores. E os ingressos vão ter um aumento, sim. A gente está estudando, de repente, uma arquibancada (cadeira superior) por R$ 80", disse Perrella, em entrevista concecida ao portal Uol.
Bom, o Cruzeiro vai aumentar para R$ 80. Realmente, é um preço salgado.
Mas quando lembro que o ingresso dos jogos do Sport na primeira fase foi R$ 100... mudo meu conceito.
Confesso que gosto das coincidências do futebol. Servem de combústivel para diversas discussões sobre futebol no futuro. Elas são marcantes e os seus detalhes serão sempre contados.
Pois bem, a semi-final da Taça Libertadores, entre Grêmio x Cruzeiro, e a final da Copa do Brasil, entre Inter-RS x Corinthians, tiveram o mesmo palco: Porto Alegre. E nas duas, os resultados foram o mesmo (2 x 2 ) e times da casa se deram mal. E, coincidentemente, os adversários dos gaúchos abriram a vantagem de 2x0 no placar.
Assim como aconteceu com o Inter-RS, no Beira-Rio, na noite da quarta-feira, o Grêmio entrou em campo precisando reverter a vantagem que o adversário conquistou no primeiro jogo e, aproveitando o apoio da sua torcida, foi para cima do Cruzeiro. Criou chances, mas foi inoperante nas finalizações.
E assim como o seu rival gaúcho, foi surpreendido no primeiro tempo. O Cruzeiro contou com o talento de Kleber, que, mais uma vez apanhou, segurou a bola e, na primeira vez que teve espaço para mostrar sua qualidade técnica, cruzou a bola para Wellington Paulista abrir o placar, aos 36 minutos. Três minutos depois, Wellington Paulista aproveitou cruzemento da esquerda para amplicar o placar, numa bela cabeçada.
Assim que fez o segundo gol, o Cruzeiro matou o jogo. O Grêmio ficou abalado psicologicamente. Cada atleta, nas entrevista que concederam à imprensa no intervalo do primeiro tempo, mostrou que já tinha "jogado a toalha".
No segundo tempo, assim com o Inter-RS diante do Corinthians, os jogadores do Grêmio jogaram pela honra do clube. O time correu para, pelo menos, não sair de campo derrotado. Assim, Réver, de cabeça, diminuiu o placar. Logo depois, Adilson fez falta violenta e foi expulso, deixando o Grêmio com 10. Mesmo assim, o clube gaúcho empatou, num belo chute de Souza.
Depois do gol de empate, o Grêmio continuou lutando, mas não conseguiu superar o o bloqueio defensivo do Cruzeiro, que, mesmo não jogando bem, fez a festa nos Pampas.
Agora que a Copa Libertadores acabou para o Sport, está na hora de fazer um balanço. E, pode ter certeza, apesar da eliminação, o balanço é positivo. O Sport saiu de vez do rol dos coadjuvantes para ser protagonista do futebol brasileiro.
A primeira lição que podemos tirar dessa competição é o preço dos ingressos. O valor cobrado nas três primeiras partidas afastou o torcedor da Ilha do Retiro. O erro foi consertado e nas oitavas de final o estádio estava repleto. O detalhe é que a renda foi mais ou menos a mesma.
O pacote de ingressos para os primeiros jogos foi uma excelente ideia, mas a execução poderia ser melhor. Muitos reclamaram de ter que trocar os ingressos antes de cada partida. Agora o clube pode pensar em estabelecer esse tipo de venda para outras competições, como o Campeonato Brasileiro.
A rivalidade criada com o Palmeiras também deve ser vista pelo lado positivo. Ao considerar o Sport como um rival dos paulistas está se colocando o rubro-negro no mesmo patamar dos grandes clubes do sudeste, afinal, para ter rivalidade é preciso ter igualdade de forças.
O Sport Recife, hoje, é um time respeitado pelos adversários, e mais, é temido quando joga na Ilha do Retiro. Hoje ninguém subestima o Leão, e vêm ao Recife com medo da derrota, precavidos e, muitas vezes, retrancados. Nem
sempre foi assim, as conquistas do clube é que impuseram essa nova realidade.
No fim, a conclusão que chegamos é de que o Sport gostou da competição, a torcida esperava ansiosa pelos jogos, a diretoria se empenhava para fazer uma bonita festa e o elenco lutava e se dedicava para conseguir as vitórias. Lamentar a eliminação é reconhecer que o time poderia ter ido muito mais longe, porque tinha futebol para isso.
Agora, para voltar a viver esse belo momento, é preciso se concentrar e buscar uma nova classificação. O Leão saiu fortalecido dessa batalha e mostrou para o Brasil e o mundo a garra de um clube centenário que enche de orgulho a sua torcida. E caso não se classifique, o clube terá a chance de disputar novamente a Copa do Brasil, que traz boas lembranças.
Então, é bola pra frente.
Fernando Tasso é advogado e mestrando em relação laboral desportiva da Faculdade de Coimbra e autor do blog EXTRA CAMPO.
Por reveses bem menores do Sport eu já fiquei com raiva, deprimido, “resenhando” com os amigos para entender porque raios a gente tinha perdido.
Ontem foi diferente. Saí da Ilha com um orgulho danado do time e, arrisco dizer, até uma certa felicidade. Não posso dizer “sensação do dever cumprido”, pois esse time tinha condições, sim, de chegar bem mais longe do que chegou na Libertadores.
É outra coisa: a certeza de que não faltou empenho, garra, vontade, e de que estávamos ali ombro a ombro com quem quer que fosse. Se Paulo Baier perde um gol que até Roger faria, se aquele último chute de Ciro pudesse chegar milímetros de segundo antes de Marcos, isso é do futebol. Também não vou insultar a inteligência de ninguém com o surrado “pênalti é loteria”.
Cada jogo dessa Libertadores foi como um grande Carnaval, que você, ansioso, espera o ano todo para que chegue. Quando chega, eis que está você louco, sem juízo, tomando todas, pulando e cantando. Foram oito etapas desse Carnaval que parou Pernambuco e que nos colocou mais alguns degraus acima nos níveis nacional e internacional.
Cinco vitórias, um empate, apenas duas derrotas. Um Carnaval daqueles, em que você brincou, enlouqueceu, teve sua carteira roubada e tomou alguns "tocos", é verdade, mas de onde saiu inteiro e certo de que fez tudo aquilo valer a pena.
Hoje o gosto que ficou foi justamente de uma quarta-feira de cinzas onde você, levemente triste porque toda aquela orgia acabou, se lembra sorrindo dos grandes momentos e, tomando um Engov, repete para si mesmo:
“Ano que vem tem mais”
Parabéns, Sport!
* Felipe Vieira é jornalista e rubro-negro
Nota: O artigo acima não implica necessariamente a opinião do Blog do Torcedor.
A decisão da Conmebol de dar vaga direta ao São Paulo e ao Nacional, do Uruguai, nas quartas de final da Libertadores não agradou a direção gremista. O fato ocorreu porque Chivas Guadalajara e San Luís, ambos do México, que seriam os adversários de paulistas e uruguaios, respectivamente, desistiram de participar da competição.
Devido ao surto da gripe suína que ocorre em terras mexicanas, a entidade que rege o futebol na América do Sul sugeriu que os confrontos de oitavas de final ocorressem em partida única na casa dos adversários. Nada feito. Chivas e São Luís não aceitaram a medida e abandonaram o torneio.
"O Grêmio, se chegar às quartas-de-final, o terá feito dentro de campo, o que não ocorreria com o São Paulo e o Nacional. Mais prudente teria sido a utilização de outros clubes ranqueados logo após esses que acabaram saindo em função da doença", criticou o assessor de futebol gremista André Krieger ao Clicrbs.
O dirigente aguarda a chegada do presidente do clube, Duda Kroeff, que está viajando, para os dois analisarem a situação com maior profundidade. A intenção é enviar um protesto formal à Conmebol repudiando a decisão tomada.
O técnico do Palmeiras, Vanderlei Luxemburgo, após a classificação de seu time sobre o Sport, na noite desta terça na Ilha do Retiro, fez um desabafo sobre as trocas de acusações e indelicadezas que ele e Guilherme Beltrão protagonizaram durante a primeira fase da Libertadores.
Luxemburgo, abordando a declaração que o senador Jarbas Vasconcelos cedeu ao Blog do Torcedor, disse que o Palmeiras não denegriu o povo nordestino e sugeriu que o político usasse seu prestígio para ajudar o Sport de uma outra forma:
"Vai lá e fala para aquele idiota do vice-presidente (de futebol, Guilherme Beltrão) parar de falar asneiras, que está provocando as pessoas. É uma contribuição política que ele daria", disparou Luxemburgo.
"Eu queria agradecer ao Guilherme, muito, muito, muito pela contribuição que ele deu para que minha equipe se sentisse motivada sem que eu precisasse motivar", completou.
Por fim, Luxemburgo contemporizou com a torcida rubro-negra. "Eu acho que a torcida do Sport é um dos grandes espetáculos que tem no futebol brasileiro", disse.
O histórico de duelos entre Sport e Palmeiras na Taça Libertadores da América serviu para mostra que, no futebol, quando uma equipe não consegue aproveitar a oportunidade para matar o adversário, acaba morrendo.
Fazendo uma comparação cinematográfica, Sport e Palmeiras lembraram o filme o Resgate do Soldado Ryan, dirigido por Steven Spilberg.
No filme, o personagem do astro Tom Hanks tem a grande chance de matar o seu rival. Mas, por pena, vai embora, deixando o vilão agonizando. Mas vivo.
Logo depois, os dois se reencontram, e o vilão manda chumbo em Tom Hanks.
Pois bem, o Sport teve a chance de matar o Palmeiras no primeiro confronto entre as equipes, na Ilha do Retiro.
Se pelo menos empata aquela partida, o Porco morria.
Mas o time de Luxemburgo sobreviveu.
Garantiu a classificação e deu de cara com o Sport nas oitavas.
E em dois duelos equilibrados, deu Porco.
Graças a estrela do goleiro Marcos.
O Sport foi um time bravo.
Lutou os 90 minutos da partida.
Conseguiu sufocar o Palmeiras e marcar um gol, através do atacante Wilson.
Nos minutos finais, o atacante Ciro mandou uma bomba, que parecia indefensável.
Mas o goleiro palmeirense mostrou o quanto é importante para a equipe paulista.
Fez uma defesa extraordinária.
Mostrou que seria uma barreira difícil para ser superada.
E só deu Marcos.
Nas cobranças de pênaltis, o goleiro defendeu as cobranças de Luciano Henrique, Fumagalli e Dutra.
O Sport deu adeus à Libertadores.
Mas caiu de pé.
E o Palmeiras, que parecia morto na primeira fase da competição, segue mais vivo do que nunca.
Acabaram os 90 minutos de um grandíssimo jogo. O Sport atuou muito bem e venceu por 1 x 0, resultado que leva o jogo aos pênaltis. O Leão só não fez mais porque o goleiro Marcos teve uma noite iluminada. Em dois lances no último minuto o Sport quase fez o segundo, mas Marcos e a sorte permitiram que o Palmeiras decida com o Rubro-negro nos pênaltis.
Mais a seguir.
Veja a vibração da torcida rubro-negra com o gol da vitória.
Depois de muito mistério, estão reveladas as escalações de Sport e Palmeiras para o jogão de logo mais.
O Sport vai com novidades e até surpresas. O time está no 4-4-2, com Igor fazendo a lateral direita e Luciano Henrique na meia cancha junto com Paulo Baier. No ataque, Wilson terá como companheiro ele, Ciro, o garoto-gol da Ilha do Retiro.
Já o Palmeiras vem num 3-6-1, querendo marcar firme e aproveitar os contra-ataques para fazer um gol.
Confira:
Magrão; Igor, César, Durval, Moacir; Daniel Paulista, Andrade, Paulo Baier, Luciano Henrique; Wilson e Ciro. Técnico: Nelsinho Batista.