Entrevista coletiva de Eduardo Campos - Parte 3
Na terceira parte da entrevista coletiva, o governador Eduardo Campos fala das ações que serão feitas para viabilizar a construção do estádio.
Confira:
Na terceira parte da entrevista coletiva, o governador Eduardo Campos fala das ações que serão feitas para viabilizar a construção do estádio.
Confira:
O goleiro Eduardo, que fez uma boa partida, citou ansiedade e estratégia como alguns dos motivos para um mau desempenho no primeiro tempo. "Acredito que é a ansiedade, por esse momento bom que estamos vivendo. A expectativa de fazermos um grande Campeonato Brasileiro. Um pouco de estratégia também. O Waldemar tem usado muito a estratégia de explorar a força e a velocidade do time no segundo tempo, fazendo as modificações", disse.
Concordo com Eduardo. A estratégia de Waldemar Lemos nesses quatro jogos, embora venha dando certo no segundo tempo, tem se mostrado pouco efetiva no primeiro tempo, tem sido um dos motivos para o mau rendimento do time na primeira etapa.
"O gol cedo desestabilizou tanto a nossa parte emocional como tática. Os jogadores da esquerda indo para a direita, os jogadores trocando de posição na zaga. Ainda bem que ficou só em 1 x 0. No intervalo o Waldemar conseguiu ajeitar o time e conseguimos, com o apoio do torcedor e com a força física, empatar o jogo", completou Eduardo.
Carlinhos Bala também pensa que o primeiro tempo poderia ter sido melhor. "Se tivesse, no primeiro tempo, aproveitado a velocidade de Kuki e de Gilmar, poderíamos ter tido um resultado melhor do que esse", disse Bala após o jogo.
"O Fluminense fez um gol e se fechou. Pelo alto eles souberam se defender bem. Luiz Alberto é um jogador de boa estatura e muita força, muito bom no jogo aéreo. Agradeci até a Derley pela saída dele e de Luiz Alberto, porque ajudou. Foi quando o Náutico teve mais espaço para fazer o gol", comentou.
Bala ainda falou sobre o gol feito que perdeu aos 37 minutos do segundo tempo, quando ele e Anderson Lessa saíram na cara do gol, e Bala preferiu chutar, mas o goleiro Ricardo Berna foi mais rápido, saiu do gol e salvou, enquanto Lessa livre pedia a bola, não passada. Uma chance que não podia ter sido desperdiçada.
"Quando a bola quicou no chão, ela correu e, quando eu fui ver, ela já estava em cima. O gramado às vezes ajuda, às vezes atrapalha. Mas não sou de reclamar não. Já joguei muito em campo de terra, cheio de buraco. E não reclamo não. Qualquer campo que botar para mim eu jogo", disse.

O Palácio das Princesas, sede do Governo do Estado, estava tomado de personalidades, que viviam a expectativa do anúncio das sub-sedes da Copa do Mundo de 2014.
Durante a espera, eis que o assunto em uma das rodas de conversas sobre futebol era o novo técnico do Sport.
Nessa conversa, surgiu o nome de Emerson Leão.
Pois bem, todas as vezes que o Sport fica sem treinador, o nome de Leão é lembrado. Nada mais natural. Afinal, Leão tem um histórico de títulos na Ilha do Retiro. Além do mais esta desempregado.
O entrave dessa possível negociação é que o Sport deve uma grande quantia de dinheiro a Leão.
Coisa antiga que Leão ainda espera receber.
E a diretoria do Sport vai, nesta segunda-feira, conversar com dois treinadores.
Um deles é Émerson Leão.
Sabendo que o treinador vai cobrar a antiga dívida, os rubro-negros já conversaram com o empresário Gustavo Dubeux para tentar viabilizar a contratação de Leão.
Vamos aguardar.
Na segunda parte da entrevista coletiva, o governador Eduardo Campos fala sobre a viabilidade da construção da arena multiuso e do conjunto mobiliário.
O governador garantiu que o estádio não se transformará num elefante branco após a Copa do Mundo de 2014. Isso porque, segundo ele, o estádio será admininstrado por uma empresa privada.
Assim, a administração do estádio não depende dos clubes pernambucanos.
Porém, durante uma conversa com os jornalistas, o secretário da Casa Civil, Ricardo Leitão, declarou que há um clube interessado em administrar o estádio.
Confira a entrevista:
Veja mais: Entrevista coletiva de Eduardo Campos - 1ª Parte
Atualizado às 18h45

Dinda, Bala, Gilmar e Lessa, o quarteto que vem garantindo pontos ao Timbu no segundo tempo.
(Foto: Marcos Michael/JC Imagem)
O Náutico empatou com o Fluminense em 1 x 1 na tarde deste domingo, nos Aflitos. Um empate sofrido, suado, em um jogo que o Timbu teve de depositar muita garra para conseguir sair da desvantagem no placar do primeiro tempo.
O gol alvirrubro foi marcado no apagar das luzes, aos 49 minutos do segundo tempo, quando Gilmar converteu um pênalti sofrido aos 47 por Anderson Lessa. Lessa que entrou mais uma vez no segundo tempo e mais uma vez teve uma participação importante. Gilmar que, mesmo sem ter feito uma boa partida, foi decisivo.
Com o resultado, o Náutico permanece invicto e cai para a quarta colocação no Brasileirão, com oito pontos e saldo de três gols, atrás do Santos pelo saldo de gols (5 x 3) e à frente do Atlético-MG pelo saldo (3 x 2).
Para ler mais sobre o jogo, sobre os lances de perigo, cliquem AQUI.
Abaixo, faço uma análise do Náutico a partir do jogo de hoje, mas estendendo também às três primeiras rodadas.
Mais uma vez, o Timbu teve um melhor desempenho no segundo tempo. Não por acaso. É jogando com o trio Bala-Gilmar-Lessa e com um meia de criação (que tem sido Dinda) que o time alvirrubro tem tido o melhor rendimento até agora. A entrada de Galiardo na lateral direita, aos 27 do segundo tempo, também melhorou o time, que, por falta de opção nesse lado, vinha jogando só na esquerda.
O Náutico, nos primeiros tempos, tem sido que se preocupa com a defesa, que tenta marcar com firmeza, mas que, com a bola nos pés, não tem boas alternativas ofensivas, fica engessado, com pouca articulação no meio de campo.
Nos segundos tempos, é um outro time, que ataca, que é incisivo, que tem mais posse de bola, que é mais criativo, que chega com mais perigo.
Em comum entre esses dois tempos, a raça e a vontade de vencer. Mas, tática e tecnicamente, a formação da segunda etapa tem se mostrado gritantemente melhor. O resultado em termos estatísticos são claros:
Dos nove gols marcados, oito foram no segundo tempo e apenas um no primeiro.
Dos seis gols tomados, cinco foram tomados no primeiro tempo e apenas um no segundo.
É importante que o Náutico incorpore nos 90 minutos o seu estilo de jogo que vem dando certo (que é o da segunda etapa).
É preciso que o Náutico pare de ter essas duas caras, uma para cada tempo. Isso passa pelas escolhas do treinador Waldemar Lemos, que tem feito um bom trabalho, mas não está escalando o time da melhor forma. Vou repetir o que disse no comentário sobre o primeiro tempo:
O Náutico tem que assumir a sua vocação ofensiva e jogar com o que tem de melhor, que é Bala, Gilmar e Anderson Lessa, além de um meia de criação, que pode ser Dinda, Juliano ou Aílton. Assim encontrará o seu melhor futebol. Assim encontrará a sua cara. A única cara que deve ter.
Essa é a minha opinião.
Dito isso, devo observar que a questão não é tão simples assim. É lógico que há certas desvantagens em armar o time dessa forma no primeiro tempo. A principal delas é a falta de boas opções de substituição na segunda etapa, que possam entrar e mudar o jogo, como Lessa tem feito. Essa, acredito eu, é a razão pela qual Waldemar Lemos tem deixado Lessa para o segundo tempo.
Mas aqui cabe uma observação importante: se faltam peças, se falta qualidade no elenco, você não deve guardar algumas para o segundo tempo, e sim trazer reforços, jogadores com os quais você possa manter o padrão de jogo nos 90 minutos. Entretanto, Waldemar Lemos já declarou que o time não precisa de mais reforços, apenas de um atacante, que já chegou (Márcio Barros).
Após a confirmação de Pernambuco como uma das sub-sedes da Copa do Mundo de 2014, o governador Eduardo Campos concedeu uma entrevista coletiva no Palácio das Princesas.
A entrevista será publica pelo Blog do Torcedor dividida em três partes.
Nesta primeira parte, o governador assina projeto de lei que favoreça os investimentos no Estado, facilitando a construção do novo estádio, que fica localizado em São Lourenço da Mata.
Nos 45 minutos iniciais, pouca qualidade se viu no jogo entre Náutico e Fluminense.
Muitos erros de passe e pouca criatividade do lado do Timbu, e nada demais do lado dos adversários cariocas.
Sobressaiu o poder de finalização do atacante Fred, que, na única oportunidade que teve, logo aos nove minutos, chutou cruzado no canto direito de Eduardo. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.
A mesma trave direita viria a salvar o Alvirrubro da ampliação do placar, aos 40 minutos, quando Thiago Neves, em contra-ataque puxado por Conca, chutou nela.
O Náutico teve dificuldades para atacar.
As chances, nenhuma extraordinária, foram duas com Bala e duas com Kuki. Bala em cobranças de falta, defendidas pelo goleiro Ricardo Berna, e Kuki duas vezes chutando em cima de um zagueiro. Só.
Boa parte disso se deve ao esquema engessado do time. Assim como contra o Fluminense, o Timbu entrou com sete jogadores de defesa e apenas três jogadores para criar e atacar: Bala, Gilmar e Kuki, que ficou com a vaga que foi de Dinda naquele jogo.
Assim como o jogo contra o Cruzeiro, o técnico Waldemar Lemos terá de colocar o atacante Anderson Lessa na vaga de algum volante se quiser reagir e virar o jogo.
Lessa, aliás, já devia ter entrado de frente.
É muito mais jogador do que Kuki, neste momento.
O primeiro tempo, embora negativo em termos de resultados, foi mais uma mostra de que Náutico tem que assumir a sua vocação ofensiva e jogar com o que tem de melhor, que é Bala, Gilmar e Anderson Lessa, além de um meia de criação, que pode ser Dinda, Juliano ou Aílton.
Definidos os times de Náutico e Fluminense para o jogo entre os Aflitos, que começa dentro de instantes.
Kuki foi mesmo escalado no ataque, e Anderson Lessa ficou para o banco.
NÁUTICO
Eduardo; Gladstone, Vágner, Asprilla, Anderson Santana; Júnior Carioca, Derley, Johnny; Carlinhos Bala, Kuki e Gilmar. Técnico: Waldemar Lemos.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Diogo, Edcarlos, Luiz Alberto e João Paulo; Wellington Monteiro, Marquinho, Carlos Eduardo e Darío Conca; Thiago Neves e Fred. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
Agora é oficial: o presidente da Fifa, Joseph Blatter, em pronunciamento nas Bahamas, anunciou há poucos minutos as 12 subsedes da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
Recife é uma delas, junto com Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O Nordeste, aliás, é a região que mais teve representantes — quatro. Sudeste tem três; o Sul, duas; o Centro-Oeste, duas; e o Norte, uma.
Em breve, o editor do Blog do Torcedor, Marcelo Cavalcante, trará um vídeo do momento em que a Fifa anunciou a escolha do projeto pernambucano, no Palácio do Campo das Princesas, junto com o comitê de Pernambuco para a Copa.
O estádio, vale lembrar, será erquido em São Lourenço da Mata, local onde será construída a Cidade da Copa.
Veja abaixo o projeto feito por Pernambuco e escolhido pela Fifa:
O técnico Peu Santos, contratado há menos de dez dias pelo Central, se desentendeu com o presidente do clube, Ronaldo Lima, e ficou acertada a rescisão amigável de seu contrato.
O Central já tem um novo técnico: Adelmo Soares, que comandou o Porto no Campeonato Pernambucano.
O técnico de juniores do Sport, Levi Gomes, não leva muita sorte quando assume interinamente o comando das equipes profissionais em que trabalha.
O pior é que a equipe sob seu comando abre uma boa vantagem, mas não consegue manter o placar.
Foi assim ano passado, quando estava no Náutico.
Levi esteve à frente da equipe alvirrubra na partida contra a Portuguesa.
O Náutico fez 2x0 no primeiro tempo. Mas, no segundo, a Lusa virou para 3x2.
Neste ano, no Sport, a equipe também fez 2x0 diante do Botafogo no primeiro tempo.
Mas não segurou a pressão do time carioca, que conseguiu empatar a partida por 2 x 2.
A diretoria do Náutico fará, neste domingo, uma bonita e justa homenagem ao narrador esportivo Adilson Couto, o Grau 10 Internacional, que morreu nesta semana, vítima de um infarto.
Momentos antes da partida contra o Fluminense, nos Aflitos, o sistema de som do estádio vai relembrar os gols da vitória do Náutico sobre o Ituano, na partida que classificou o Timbu à Série A de 2007, narrados por Adilson.
Aqui você relembra o gol que abriu o caminho da vitória, marcado por Capixaba.
Flamengo x Atlético-PR - Jogando em casa e diante de um adversário que ainda não se encontrou no Brasileirão, o time carioca tem tudo para conquistar mais três pontos. Até porque o time terá Adriano no ataque. Por isso, dá Fla.
São Paulo x Cruzeiro - Um repeteco do duelo da última quarta-feira pela Taça Libertadores. Desta vez, no Morumbi. Uma partida que promete ser equilibrada. Mas, por jogar em casa, vou de Tricolor.
Santos x Corinthians - Um clássico paulista. O repeteco da final do Paulistão. Como está de olho na decisão da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, contra o Vasco, o Corinthians vai jogar com um time misto. O Peixe vai com a força máxima e deve vencer.
Vitória x Grêmio - O time baiano joga em casa, mas ainda não mostrou um futebol convincente para conquistar a confiança da torcida. O Grêmio, um time mais organizado e melhor taticamente, deve conquistar três pontos.
Barueri x Palmeiras - Duelo com cara de Campeonato Paulista. O time do interior paulista costuma complicar a vida dos visitantes.Por esse motivo e pelo fato do Palmeiras apresentar altos e baixos na temporada, aposto num empate.
Internacional x Avaí - Mesmo estando de olho na decisão da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, diante do Coritiba, o Colorado é o favorito para vencer o Avaí, que não venceu no Brasileirão. Mas também não perdeu. Por ter um time melhor tecnicamente, dá Inter-RS.
Náutico x Fluminense - O time carioca enfrenta uma crise que resultou em agressões aos jogadores e na saída do goleiro Fernando Henrique do time titular. Por jogar em casa e vir embalado pela boa vitória sobre o Atlético-PR, na Arena da Baixada, o Timbu deve conquistar os três pontos.
Para lutar por uma das vagas à Série A de 2010, o Juventude começou a procura de reforços.
Em entrevista concedida ao site Futebol Interior, o técnico do clube gaúcho não escondeu o interesse pelo volante Sandro Goiano, do Sport.
"É um atleta que interessa, mas acho difícil que ele seja contratado", afirmou o treinador.
O mais curioso, no entanto, é que o site de notícias esportivas trata Sandro Goiano como "brucutu" do Sport.
O CSKA Moscou conquistou neste domingo o título da Copa da Rússia. O caneco foi garantido com vitória emocionante por 1 a 0 sobre o Rubin Kazan. O gol da partida foi marcado por Aldonin, aos 47 minutos do segundo tempo.
Comandado pelo técnico brasileiro Zico, o CSKA chegou ao quinto caneco da competição. Os outros foram conquistados em 2002, 2005, 2006 e 2008. Nos três últimos destes, o atacante Vagner Love esteve presente.
"O CSKA quando entra, entra para decidir, entra para ser campeão. Esse é o espírito que faz termos muito sucesso aqui. É a minha quarta conquista no torneio e a quinta do clube e com isso a taça já fica definitivamente no clube", contou o jogador.
O CSKA se concentra agora na disputa do Campeonato Russo. Vice-líder da competição, a equipe de Love e Zico volta a campo no dia 14 de junho para enfrentar o FC Moscou.
Do Lancenet
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